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Escondidos no meio de um milhão de maus morangos está um quilo de morangos muito bons. São morangos de Maio. São morangos de sol. São morangos de chuva. São morangos de Deus.
Miguel Peres, do restaurante Pigmeu, lança a primeira edição do Symposium Cultivar, dias 3 e 4 de Maio, para debater a gastronomia, a fermentação e o estado da indústria.
Pode ser a unidade de transformação de cana-de-açúcar mais recente e inovadora da região, mas tem uma história longa, como percebemos numa visita em plena campanha de colheita.
Arrancaram, esta quarta-feira, as audições a entidades externas na discussão na especialidade do diploma do Juntos Pelo Povo. Sem surpresa, os viticultores estão a favor e as empresas contra.
Além do pacote geral de medidas, o ministério de José Manuel Fernandes anunciou que abrirá um VITIS extraordinário, no valor de cinco milhões de euros, para os viticultores directamente afectados.
Houve um rei que gostou tanto dos malápios, as maçãs de S. João de Ver, que os habitantes ficaram a chamar-se malapeiros. Um século depois, Vítor Duarte replanta a espécie, para evitar que se extinga.
O evento, a 18 de Abril, na Quinta da Comenda, tem entrada livre e é uma forma de este produtor dar a conhecer um legume ao qual ainda poucos estão habituados.
Licínia e Anselmo Ferreira trocaram a produção leiteira por uma queijaria. Bem-dispostos e sempre a trabalhar, garantem que o Queijo Ossela lhes dá muito menos trabalho do que criar vacas.
São prejuízos de 1,7 milhões de euros que serão, afinal, contemplados nos apoios anunciados pelo Governo, como reclamavam a região vitivinícola de Lisboa e os seus produtores.
A solução do projeto de lei recentemente aprovado na generalidade é a mais adaptada à região. Os vinhos do Douro nunca serão competitivos pelo preço, mas antes pela sua qualidade e oferta limitada.
As cheias e os deslizamentos de terra estão a atrasar a poda da vinha e a comprometer o engarrafamento de vinhos e a expedição de encomendas em várias empresas.
A reputação das grandes denominações de origem não se constrói à custa do empobrecimento dos viticultores, nem à base de vinhos baratos, embora haja lugar para eles, como é óbvio.
O chamado “pacote do vinho” é um conjunto de regras, aprovadas agora em Estrasburgo, que visam alinhar a produção de vinho com a procura e aumentar a resiliência económica do sector do mercado.
Uma região de montanha, com custos de produção elevados e com a história e a reputação seculares que tem o Douro não pode viver de uvas e vinhos baratos. Mas é o que acontece.
Estudo pedido pelo ministro da Agricultura ao IVDP tem pelo menos um ano, mas só agora é conhecido. E traça um cenário dramático para o Douro, caso a região passe a usar apenas aguardente regional.
Em 1994, quando em Portugal os políticos que mentiam e insultavam ainda eram obrigados a demitir-se, e também não havia o sainete que há hoje em torno do vinho, fui a Vila Grande.
Segundo as “conclusões técnicas” publicadas pela Lusa, usar aguardente 100% regional é “tecnicamente inviável, economicamente insustentável e estrategicamente arriscado”, mas a proposta do JPP passou.
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