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Dezassete produtores chegam a Vilamoura para mostrar que os vinhos transmontanos são diferentes, bons e com muita história para contar. Merecem a nossa atenção.
Em linguagem do continente, estamos perante uma broa, mas como as memórias são açorianas, o assunto é pão de milho. Uma bela criação da padaria lisboeta Terra Pão.
Comemos peixe e arroz como ninguém na Europa, mas, por razões esquisitas, muita gente cozinha pescado com arroz agulha – uma falta de respeito pela nossa história.
O chef Vítor Sobral ajuda a desfazer ideias feitas sobre a confecção e o aproveitamento de algumas espécies populares de peixe – aquelas que erradamente tendem a ser descartadas como “não-nobres”.
No Convento de São Francisco, 28 produtores dão a provar os seus vinhos. É uma oportunidade para percebermos a riqueza e a identidade dos vinhos do Tejo
Serve para dar dignidade a um produto que, na maioria dos casos, é, injustamente, considerado um produto banal à mesa. Com o garfo da Nuri, as sardinhas ficam chiques.
Quando uma pessoa pensa que os mercados municipais estão destinados à extinção, há sempre alguém que se lembra de uma ideia para contrariar o cenário.
Por serem figuras importantes no negócio, alguns produtores convidam escanções para a criação de lotes. Negócio ou estratégia de marketing? As duas coisas.
Talvez isso aumentasse o respeito pelos pescadores. Talvez. Aqui, vamos passar vinte e uma horas a sofrer no mar entre Espinho e Ovar.
Pedra Cancela em três variações, mas o Vinha da Fidalga Coração de Galo canta mais alto: além de deslumbrar no nariz e na boca, tem a virtude de nos apontar de imediato para o Dão.
Apesar do preço elevado de algumas espécies, no Mercado de Matosinhos ainda podemos juntar amigos à volta de um robalo XXL sem termos de endividar-nos.
Primeiro foi um rosé de Ramisco, depois um espumante da mesma casta. Agora temos um branco de Malvasia feito com borras de cinco colheitas. Para onde vai o projecto Ramilo?
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