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Nos próximos dias, regressamos à Femina do homem-tigre, assistimos a estreias assinadas por Raquel Lima e Nuno Cardoso, dançamos em Coimbra e seguimos para Sul com o Hotel Europa.
Da Judson ao luminoso minimalismo, numa operação conjunta Rivoli/Serralves, o Porto recebe este fim-de-semana as primeiras e as últimas obras de uma coreógrafa fundamental da história da dança.
A fechar a semana também temos O Último Tango em Paris, danças com Francisco Camacho e jornalismo reforçado.
Com o Dia Mundial do Teatro no horizonte, avistam-se Antígona, A Tecedeira Que Lia Zola e o Auto das Anfitriãs, enquanto Rent chega ao Variedades e Colker coreografa a evolução.
António Casalinho e Margarita Fernandes, residentes da companhia de bailado da Baviera, voltam a Portugal para récitas do clássico de Arthur Saint-Léon. Dançam pela primeira vez com a CNB.
Nona edição do festival de dança portuense decorre de 23 de Abril a 4 de Maio e conta com Victor Hugo Pontes, Gaya de Medeiros, Circolando, Marcelo Evelin, Ana Isabel Castro ou William Forsythe.
Dois gigantes da dança europeia voltam a juntar-se em palco com Steal you for a moment, numa paisagem inspirada nas ruínas nurágicas da Sardenha – e num mundo “aos pedaços”.
Robert Wilson encena dimensões pessoanas, a Didascália vai Comer a Terra, Meg Stuart e Francisco Camacho juntam-se, há uma nova peça Lá (e cá) e ouvem-se canções pela igualdade de género.
A coreógrafa Mette Ingvartsen apresenta em Skatepark uma peça sobre festejarmos as conquistas uns dos outros e sobre nos levantarmos após cairmos ao chão, sempre. Passa pelo Rivoli e pela Culturgest.
Haverá “um grande concerto” evocativo do espectáculo “Todos Pelo Coliseu”, realizado em 1995; o concerto JP Simões canta José Mário Branco, marcado para 23 de Abril, e também o lançamento de um livro.
Primeira peça de uma trilogia que explora dança e música, Maurice Accompagné teve a sua estreia nacional em Coimbra e chega este sábado e domingo ao Teatro Carlos Alberto, Porto.
Outras sugestões: Competição Oficial, Os Verdes Anos, música de Tony Ann e danças com Pixel.
Com os 22 bailarinos da companhia francesa, o coreógrafo inventou um lugar onde a fome de protagonismo e o dar tudo pelo colectivo não se digladiam. Fulgurante, a Folia chega agora a Lisboa.
O Fim foi Visto, de Teresa Coutinho, e Bless the Sound that Saved a Witch Like Me, de Benjamin Kahn, erguem escritas que nomeiam a urgência desta figura de resistência e liberdade.
Os próximos dias trazem a nova peça de Tiago Rodrigues, o Bailado de Lorraine em êxtase, Feydeau pelo Teatro da Terra, o novo Festival Literário de Penacova e 25 anos de Bezegol.
A Associação Parasita acusou a Câmara de Santarém e o teatro municipal da cidade de “censura”, na sequência do cancelamento de uma performance. Director-geral das Artes manifesta “preocupação”.
A 14.ª edição do festival de dança de Guimarães recebe, entre esta quinta-feira e dia 15, três dos coreógrafos mais inovadores do flamenco: Rocío Molina, La Chachi e Israel Galván.
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