Buraka Som Sistema: eles mudaram a banda sonora de Lisboa
Os Buraka Som Sistema regressam neste sábado aos palcos, no Nos Alive, dez anos após a despedida. O legado da banda continua vivo na música de uma nova geração e de uma Lisboa mais plural.
Os Buraka Som Sistema regressam neste sábado aos palcos, no Nos Alive, dez anos após a despedida. O legado da banda continua vivo na música de uma nova geração e de uma Lisboa mais plural.
O Festival Internacional de Piano de Oeiras leva a palco pianistas de excepção e oferece-os a todos. Teresa da Palma Pereira, pianista e directora, apresenta o que veremos de 5 de Julho a 2 de Agosto.
O festival, que começa sábado, recebe no domingo Saudações, três textos curtos do dramaturgo franco-romano juntos numa encenação de Álvaro Correia. De 5 a 17 de Julho, no Teatro Joaquim Benite.
Um Julgamento, no CCB, continua a peça Um Inimigo do Povo e faz do teatro um tribunal popular. Uma magnética reflexão sobre a verdade e a luta pela sobrevivência da ética diante do capitalismo.
Actor e homem de muitas outras ocupações entre as artes cénicas, a televisão, o cinema, a animação cultural e a vida cívica, este portuense mantém-se em cena. Foi no Batalha e agora já “vai nos 80!”.
A directora da Colecção de Arte Contemporânea do Estado diz que o novo CACE-Centro não é pensado a partir de categorias fechadas. É um espaço aberto e flexível. Abre esta quarta-feira em Alcabideche.
O Ouvido é o Olho da Alma, projecto comissariado por José Tolentino de Mendonça e iluminado pela obra multifacetada da Santa Hildegarda de Bingen, desdobra-se em dois espaços na bienal. Até Novembro.
Empresário alemão depositou uma parte da sua colecção de arte no Museu de Serralves, onde esta agora se dá a ver na exposição Vexation of Spirit. Acredita no poder da arte para ensinar a nova geração.
A Colecção Duerckheim chega a Serralves e impressiona com o seu retrato da sociedade e do mundo.
Equipa belga juntou-se aos muitos especialistas que têm vindo a passar pelo museu de Arte Antiga para participar nos trabalhos de requalificação da mais importante das pinturas antigas portuguesas. Estamos cada vez mais perto de saber que paleta usou Nuno Gonçalves para fazer este retrato colectivo.
Nova exposição reúne no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, 30 obras catalãs dos séculos XIV e XV. É um momento privilegiado para imaginar a pintura portuguesa antes de Nuno Gonçalves.