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Jornalista
Vêm aí a Feira do Livro de Lisboa, o festival de artes performativas Tanto Mar e música do Coala, dos Dias da Guitarra e do fenómeno Benito Antonio Martínez Ocasio.
Em palco estará “todo o tipo de amor”, diz Anel Imanbay, fundadora do evento. Especialistas e artistas (até o cantor de What is love?) buscam respostas na conferência. Domingo, no coração de Lisboa.
Vinte jardins convidam a descobrir e explorar o património verde da cidade. São dois fins-de-semana para pôr as mãos na terra, partilhar uma refeição ou tomar um banho de floresta.
A grande festa da mixologia leva tendências, experiências e grandes nomes do sector à Meo Arena, nos dias 19 e 20 de Maio. Com brindes ao México e um novo aroma à mistura.
Além dos festivais Temps d’Images em Lisboa, Imaginarius em Santa Maria da Feira e Capuchos em Almada, temos a lembrança de Marilyn no Batalha e a estreia da ópera Por Todos Nós no Teatro Aberto.
A décima edição é de balanço, um radar para avaliar o antes e depois, e “ajudar as pessoas a separarem o trigo do joio”. De 14 a 17 de Maio, em Lisboa, com a palavra a quem sabe.
Os próximos dias trazem FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, concertos dos GoGo Penguin, dez anos de Festival Mental, Livro a Oeste e o Futurama no Alentejo.
Capicua junta-se à Estrutura, o FIMFA invade Lisboa, Palmela convida a Fantasiarte e a Cinderela vai ao Coliseu do Porto, entre outros palcos cheios de natureza e humor.
Seja a Maria, santos, Cristo ou o Espírito Santo, a devoção move festanças. Eis um punhado delas para aproveitar — religiosamente ou não — ainda antes de o Verão chegar.
Vêm aí concertos pela reconstrução pós-Kristin, marionetas do FIMFA, o festival Lisboa 5L, o Amadora Jazz e uma peça em forma de apagão.
Temos cinema no IndieLisboa, dança na Transborda, jazz em Valado dos Frades, novo fado com Carminho e Reflexos, Enclaves, Desvios de José Pedro Croft.
Da inauguração na Casa do Gadanha, o manifesto gastronómico feminista segue nesta sexta-feira para o recém-estrelado InDiferente — e ainda há lugares.
De pés na gravilha, a cantar, testemunhar, folhear e desobedecer, o país celebra o 52.º aniversário da revolução e o 50.º da consolidação da matriz democrática na Constituição e no poder local.
Vêm aí Ricardo Araújo Pereira em stand-up, Tannhäuser em Belém, Porto Femme cheio de filmes, um festival pela poesia e danças Como Una Baguala Oscura.
A apresentadora falou finalmente da onda de indignação e queixas provocada pelas suas palavras sobre consentimento no Dois às 10.
Indignação nas redes sociais, queixas na ERC, críticas à conduta... O rosto mais conhecido da TVI torna a causar controvérsia nestas matérias. Está longe de ser a primeira vez.
Entre um pão de bolota e um azulejo, os mosteiros, palácios e outros monumentos do país ganham vida em passeios, visitas, exposições, concertos e muito mais.
Vem aí uma peça que junta Castellucci e Huppert, Abril na voz de Zeca Medeiros, uma Eternidade Electro, uma exposição para Malangatana e um coro de leitura de Cravo ao peito.
Também temos moinhos abertos, boas impressões, A Flauta Mágica... E Há Um Elefante no Meio da Sala.
O regresso de Rosalía, concertos em que Soam as Guitarras, a peça “constitucional” dos Artistas Unidos, a Festa do Cinema Italiano e o festival DDD - Dias da Dança destacam-se na agenda.
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