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Crítico
Um filme sobre a “excepção cultural” face à massificação da “regra”, resolvido num agitprop exuberante.
Caixa de Resistência faz mais do que arqueologia de uma época a partir do cineasta militante Fernando Ruiz Vergara.
O filme de Agathe Riedinger insere-se numa tendência muito francesa: o lamento pelo desaparecimento de uma cultura rural, popular e comunitária.
Cada Um Por Si e Deus Contra Todos é a autobiografia, o auto-retrato, de Werner Herzog como herói herzoguiano.
O subtítulo “filme-concerto” é exibido de forma justa, digna.
A estreia em longas-metragens de uma jovem realizadora indiana, Shuchi Talati.
No filme da Disney que se estreia quinta-feira é como se a história dos irmãos Grimm fosse resumida (ou regurgitada) pela inteligência artificial.
No filme de Emmanuel Courcol, a classe surge como elemento identitário e diferenciador, mais forte até do que o sangue.
Um filme demasiado obcecado com o seu principal truque narrativo.
Um filme que não chega verdadeiramente a conseguir embrulhar a vida do histórico manager dos Beatles no novelo trágico que merece.
Anora venceu, mas esta cerimónia é cada vez menos o lugar para procurar alguma forma de gravidade na relação com o mundo e com as suas coisas. Fica-se com a gravidade que os filmes trazem.
Ainda Estou Aqui vale Óscar de Melhor Filme Internacional para o Brasil. Anora arrecada cinco estatuetas. Adrien Brody e Mikey Madison recebem os principais prémios de representação.
Curiosa aliança entre uma sensibilidade infantil e o relato das tristezas adultas.
Uma “traição” a Nápoles, uma salgalhada a misturar alhos com bugalhos.
Este filme de RaMell Ross reitera uma máxima: quanto menos se vir o conceito, melhor é uma obra de cinema. Está disponível na Prime Video.
É puro cinema playback.
Maliano deixou uma quinzena de filmes que espelham um mergulho na mundivisão africana, nos temas, nas histórias e no modo de as narrar.
Uma vagueza que não se consubstancia em nada é a enfermidade maior deste filme.
A obra de Paredes como compositor de cinema não é muito extensa, embora a sua música apareça em dezenas de produções. Mas nenhuma participação será tão íntima e marcante como em Os Verdes Anos.
Jonás Trueba dá-nos um cinema da imaginação e da criatividade puras. O espanhol quer “trazer o cinema para a vida”.
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