Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
Como se conta de Mário Cesariny, a recusa do último cigarro marcou-lhe o fim. E no fim, Zé Pescador, contador de histórias de contrabando e fumador inveterado, igualou o poeta.
Vislumbra-se no firmamento a célebre frase de Mao: “Existe um grande caos sob o céu. A situação é excelente”
Espanto-me com a rotação da Terra que faz da direita esquerda e da esquerda direita.
Chegado aqui, não pense o leitor que me perdi. Tocava portanto o telemóvel. Lá fora chovia que Deus a dá
Há que reconhecer: em 2025 não tivemos assim tantas razões para rir.
Somos feitos de histórias e estamos condenados a interpretá-las.
“Ide, ide, ide, disse o pássaro: a espécie humana/ Não pode suportar muita realidade.”, escreveu T.S. Eliot
Serviços, compras, conversas, amizades desmaterializam-se a olhos vistos.
Estamos sempre a aprender, até com Nicolás Maduro!
Quando a poesia ainda nos vem à lembrança, não há motivos para preocupações excessivas
Estará a inteligência artificial a tornar-nos mais estúpidos?
A imbecilidade virtual tem repercussões no mundo real e dela vem mesmo mal ao mundo.
E, afinal, já devíamos saber. Está tudo nos livros. Comédia ou tragédia? A escolha é sua.
Preocupa-me mais o que as redes andam a fazer às nossas crianças e não tanto às nossas elites
Que raio de mundo andamos nós a construir?
A angústia fica para os que ficam. Os outros morrem-nos, como disse Vergílio Ferreira.
A compaixão, ao contrário da empatia, não nos põe no centro da experiência: é o outro quem realmente sofre.
Entrámos no Outono. Começamos lentamente a “outonear”, como escreveu Carlos Drummond de Andrade
Não se pode ir a todas nem a todos tal é permitido. Veja-se o caso da flotilha Global Sumud
E quem achar esta crónica piegas, leva com o Pessoa: “Grande é a poesia, a bondade e as danças... / Mas o melhor do mundo são as crianças”.
Ocorreu um erro aqui, ui ui