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Crítico
Um aventureiro e um miniaturista, um obsessivo e um impulsivo. O acaso fez Miles e Coltrane nascerem no mesmo ano, 1926. A sua música e os seus discos são autênticas bibliotecas de um momento do mundo
No centenário dos dois astros do jazz, seleccionámos cinco discos de cada. O difícil foi escolher.
Num metadocumentário exigente, paredes-meias com o ensaio, Tatiana Fuentes Sadowski dá corpo e nome aos indígenas peruanos oprimidos pela indústria da borracha colonial.
As aventuras do mandaloriano Pedro Pascal e do bebé Yoda no grande ecrã podiam ter sido tão giras, mas não passam de um episódio mais longo da série.
Adrian Martin vai à Cinemateca explicar porque é que Wilder continua a ser um dos grandes mestres de Hollywood e mostrar cinco filmes-chave da sua carreira (não são forçosamente as escolhas óbvias).
Lisbeth Salander como Teresa de Calcutá? Faz mais sentido do que parece.
Orlando Jesus foi campeão de boxe, Diogo Varela Silva filma-o como porta de entrada de uma Lisboa perdida — mas querer apenas não chega.
Novo ciclo da Cinemateca Portuguesa revela o cinema que as mulheres puderam fazer em Portugal antes da “revolução” do Cinema Novo. Uma pequena caixinha de surpresas para ver até final de Maio.
Barrio Triste, Cochena e A Solidão dos Lagartos arrecadam os prémios principais do festival lisboeta. Um palmarés honroso, mas algo contido face às propostas desta edição.
Mais do que apenas uma curiosidade, o filme do canadiano Matthew Rankin é uma homenagem sui generis, mais sentida do que parece, ao cinema iraniano.
Um único filme ergue-se acima de uma competição de curtas portuguesas que é autenticamente um “saco de gatos”: Dois e um Gato, obra póstuma de Patrícia Saramago.
A realizadora alemã veio ao IndieLisboa apresentar o seu décimo filme, My Wife Cries — e confessa que não percebe porque é que se perguntam aos cineastas coisas que não se perguntam a outros artistas.
O que é que um lance de futebol tem que ver com um telemóvel descontinuado, Hong Sang-soo e um filme feito em família? O realizador georgiano tem respostas.
Não faltam bons filmes no IndieLisboa 2026. Falta-lhe, isso sim, fazer-lhes a devida justiça, numa edição onde a frescura e a descoberta disputam os holofotes à sisudez e à formatação.
A partir de hoje e até 10 de Maio, o 23.º IndieLisboa traz 241 filmes a oito ecrãs da capital. Um de muitos guias possíveis para descobrir o que se esconde por entre a oferta.
O Diabo Veste Prada precisava de uma sequela? Não. Traz algo de novo? Nadinha. Conseguimos resistir a Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci? Quando é que a bilheteira abre?
O biopic Michael chega às salas. Controlado com mão de ferro pelos herdeiros, escolhe o conto de fadas do menino-prodígio em vez da verdadeira história de um artista complicado.
Frédéric Hambalek leva a ideia de honestidade radical ao limite do absurdo numa comédia negra curiosa, mas aquém do que podia ter sido.
Sandra Inês Cruz põe no cinema o que não passa de uma reportagem televisiva de molde didáctico e sisudo.
O novo filme de Paolo Sorrentino é um one man show para Toni Servillo que não consegue fazer justiça às fascinantes questões que levanta.
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