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Textos curtos em prosa, que expandam o imaginário queer, podem ser enviados para as7bonecas até 31 de Julho.
Trocaestantes.pt permite trocar livros de forma gratuita. Só tens de pagar os custos de envio (caso não possas trocar em mãos).
Hoje, no Dia Mundial do Livro, entrou pela biblioteca um grupo de crianças alvoraçadas, via-se que queriam desatar a correr pelos corredores, mas foram contidas por professoras de meia-idade.
Falar directamente com o homem parecia-lhe imprudente. Estava do lado da janela e sentia-se emparedada, sem saber com que tipo de criatura estaria a lidar: agressivo ou um voyeur indiscreto?
Consumidores estão a voltar-se para conteúdos em áudio e a literatura não escapa à tendência. Editoras apostam neste formato, que encaram como um complemento ao velho e querido exemplar físico.
Primeiro livro da autora sueca é uma catarse emocional inspirada nas notas dos cuidadores do avô na fase final de vida. Investiga a masculinidade e saúde mental dos homens das zonas rurais da Suécia.
Eça é um dos maiores escritores da literatura universal, um diplomata culto, viajado e atento ao mundo. A “mera ficção” de Eça é tão poderosa que permanece atual e pertinente.
A leitura é uma forma de metamorfose: transforma-nos enquanto acreditamos dominá-la.
O facto de o Prémio Pessoa ser atribuído a uma romancista coloca em evidência a importância da literatura e da cultura na nossa vida privada e colectiva.
Em Boba da Corte, a escritora brasileira Tati Bernardi reflecte sobre enriquecer e sobre códigos sociais — e de como o lugar aonde tanto se sonhava chegar pode, afinal, ser um lugar vazio.
O parlamento aprovou uma extensão aos e-books do cheque-livro atribuído aos jovens que façam 18 anos em 2026.
Nenhum outro escritor da literatura portuguesa como o nosso José Maria criou e deu vida a personagens que se tornaram espelho de comportamentos e atitudes tão intrínsecos à condição humana.
Pai e filha estão a reeditar obras da escritora, autora de dez livros, oito deles para a infância. Entre exposições e divulgação online, querem que obra seja redescoberta em Portugal.
O romance de estreia da autora portuguesa de 45 anos, A (In)Felicidade de Sara Lisa, leva-nos numa viagem pelas ruas do Porto à procura da tristeza, da desgraça e do infortúnio.
Ontem, disseste que íamos chegar, finalmente, às bodas de Inferno; ainda falta um mês, e tu olhas para mim como uma mobília que queres manter sem uso ou beleza até à cova.
E que, talvez, o mais grandioso nas bibliotecas não seja o número de volumes que guardam, mas o número de paixões que ali moram.
Elas estão a ler mais do que eles, principalmente romances, fantasia e thrillers. Homens escolhem a não-ficção em nome do autoaperfeiçoamento e evitam ler autoras mulheres. Mas há quem contrarie.
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