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Até que ponto questionamos as decisões dos adolescentes porque os queremos proteger, ou porque projectamos neles as decisões não tomadas das nossas vidas?
No século XIX, quando a homossexualidade era ilegal, usar um cravo verde na lapela terá sido um código entre homens que se sentiam atraídos por outros homens.
Hoje, no Dia Mundial do Livro, entrou pela biblioteca um grupo de crianças alvoraçadas, via-se que queriam desatar a correr pelos corredores, mas foram contidas por professoras de meia-idade.
Durante séculos, a filosofia e a ciência caminharam de mãos dadas na compreensão do humano e do mundo. Todavia, hoje parecem estar mais distantes que nunca. Onde poderemos colocar a filosofia hoje?
Fotógrafa mexicana, da comunidade indígena Yalalteca, venceu a edição deste ano dos Sony World Photography Awards.
Uma jornalista tenta a sua sorte na fila do Berghain. E nas festas do KitKatClub.
Sete artesãos tiveram uma “mãozinha” da inteligência artificial para os ajudar a pensar as suas peças ainda antes de elas existirem. “Foi interessante por um lado e assustador por outro.”
E se ler fosse, ainda hoje, um ato de resistência?
Timothée Chalamet considera que a ópera necessita de cuidados intensivos, refletindo a ideia que a música erudita ocidental é aborrecida e complexa. Não será isto resultado de falta de familiaridade?
Consumidores estão a voltar-se para conteúdos em áudio e a literatura não escapa à tendência. Editoras apostam neste formato, que encaram como um complemento ao velho e querido exemplar físico.
A Amnistia Internacional Portugal vai premiar os três melhores cartazes com valores monetários entre os 450 e 150 euros.
Na Fonoteca Municipal do Porto, uma visitante ouve sempre a mesma canção desde 2020. Sem acesso público à cultura o que perdemos realmente como sociedade é a capacidade de continuar a ver a vida.
O programa para celebrar as quatro décadas de existência da RUC vai decorrer em diferentes espaços da cidade, através de espectáculos e emissões especiais, entre os dias 28 de fevereiro e 21 de março.
Vestidos de casamentos que não deram certo, pinturas falhadas, objectos de uma profissão abandonada: neste museu no Canadá, partilha-se tudo o que simbolize o fracasso.
O presidente da câmara de Londres convocou uma taskforce para repensar a vida nocturna da cidade. A resposta pode passar por desenhar uma cidade “24 horas aberta”.
A revista bimestral pretende colmatar uma lacuna no jornalismo desportivo português, com uma aposta editorial centrada no futebol feminino.
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