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Timothée Chalamet considera que a ópera necessita de cuidados intensivos, refletindo a ideia que a música erudita ocidental é aborrecida e complexa. Não será isto resultado de falta de familiaridade?
Consumidores estão a voltar-se para conteúdos em áudio e a literatura não escapa à tendência. Editoras apostam neste formato, que encaram como um complemento ao velho e querido exemplar físico.
A Amnistia Internacional Portugal vai premiar os três melhores cartazes com valores monetários entre os 450 e 150 euros.
Na Fonoteca Municipal do Porto, uma visitante ouve sempre a mesma canção desde 2020. Sem acesso público à cultura o que perdemos realmente como sociedade é a capacidade de continuar a ver a vida.
O programa para celebrar as quatro décadas de existência da RUC vai decorrer em diferentes espaços da cidade, através de espectáculos e emissões especiais, entre os dias 28 de fevereiro e 21 de março.
Vestidos de casamentos que não deram certo, pinturas falhadas, objectos de uma profissão abandonada: neste museu no Canadá, partilha-se tudo o que simbolize o fracasso.
O presidente da câmara de Londres convocou uma taskforce para repensar a vida nocturna da cidade. A resposta pode passar por desenhar uma cidade “24 horas aberta”.
A revista bimestral pretende colmatar uma lacuna no jornalismo desportivo português, com uma aposta editorial centrada no futebol feminino.
Cem milhões em apostas nas presidenciais? Quando a política vira um mercado de odds, o voto perde o seu valor e ganha um preço.
A enumeração em voz alta dos nomes das pessoas artistas incluídas em Janeiro pelo TBA fez-me lembrar o vídeo que circulou, no qual eram ditos nomes de crianças imigrantes na Assembleia da República.
Apesar de esta eleição parecer normalíssima a olho nu, o que vemos, na atualidade, é que esta é uma campanha dos “sem”. Ou seja, da falta de comparência de áreas-chave para a nossa vivência coletiva.
A palavra do ano de 2025, segundo o Cambridge Dictionary, foi “parassocial”. Todos nós temos amigos, ou grupos de amigos, que hoje se isolam mais. Já nenhum sítio parece bem.
Eça é um dos maiores escritores da literatura universal, um diplomata culto, viajado e atento ao mundo. A “mera ficção” de Eça é tão poderosa que permanece atual e pertinente.
A raça não existe quando reconhecer a sua existência beneficia grupos historicamente discriminados; mas passa a existir imediatamente no momento em que isso ameaça o privilégio.
Na época em que o consumo atinge o auge, cabe reflectir: o Natal não cria o excesso, apenas o ilumina, tornando evidente a nossa pressa de querer tudo antes de sabermos o que fazer com o que já temos.
O facto de o Prémio Pessoa ser atribuído a uma romancista coloca em evidência a importância da literatura e da cultura na nossa vida privada e colectiva.
Manuel João Vieira actuou na festa Club Som de Cristal, no Porto, na noite de sábado, 7 de Dezembro.
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