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Nos últimos cinco anos, ou quem sabe mais, a entrada de jovens altamente qualificados nas áreas para as quais se especializaram tornou-se numa competição com mais obstáculos que um hyrox.
Fazer rádio hoje é perceber que a internet chegou e que, em vez de a combater, faz mais sentido juntar-se a ela.
Somos péssimos a comunicar entre nós, adoramos charadas, somos mais selectivos do que os governantes a formar executivos e, mesmo assim, continuamos todos solteiros.
A palavra do ano de 2025, segundo o Cambridge Dictionary, foi “parassocial”. Todos nós temos amigos, ou grupos de amigos, que hoje se isolam mais. Já nenhum sítio parece bem.
Será que os anos 2010 foram realmente uma época de puro otimismo? E por que motivo a geração Z anda agora tão obcecada por reviver aquilo que os millennials viveram?
Sou agora o público-alvo do famoso soft clubbing. Sunsets absurdamente caros. Telemóveis a captar momentos aos molhos. Qualquer tipo de dança mais arriscada parece proibida.
Conquistar um grau académico e estudar algo que realmente nos apaixone. É isso que deveria importar. Mas será que é mesmo assim que pensamos quando chega o momento de escolher uma faculdade?
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