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E para aproveitar as férias da Páscoa em família, destacamos também uma comédia onde se comprova que o crime não compensa e mais uma aventura dos irmãos Mario e Luigi, dirigida aos mais pequenos.
No primeiro álbum a solo, o músico palestiniano, que se divide entre Ramallah e Berlim, canta a nostalgia de uma realidade que nunca viveu: “a de um lugar livre” do colonialismo.
Em Trópico Paranóia, os Expresso Transatlântico aprofundam a sua música de síntese, música instrumental feita curta-metragem em som. Portugal no mundo, o mundo aqui.
A longa-metragem de Pedro Cabeleira é o primeiro filme português, talvez o único, a filmar o devir fascista neste país.
Com Robert Pattinson e Zendaya no elenco, Kristoffer Borgli realiza uma comédia romântica supostamente dark, uma irrisão constante, e constantemente forçada.
O fervor religioso choca a sociedade laica. A basca Alauda Ruiz de Azúa fez uma obra que observa o fenómeno: Os Domingos, filme espanhol do ano.
Doga vira do avesso a pop e as possibilidades das melodias.
Um filme seco que segue um processo de investigação por violência policial. Mas uma falha no maquinismo é a transcendência do maniqueísmo.
Com esta história de uma órfã que contacta a família do pai biológico, a cineasta catalã dá o salto para a “maioridade” artística.
Uma série quase à prova de spoilers porque o título nada esconde. E ainda por cima é sobre casamento, o acto de acreditar que é para sempre, e famílias. Que toda a gente sabe: são psicóticas.
O Lugar da Incerteza é o novo romance de Patrícia Reis, depois da muito aclamada biografia de Maria Teresa Horta.
“Os homens normais não sabem que tudo é possível”. Penso sempre nessa frase quando o horror das notícias nos desperta a incredulidade.
Quinta-Essência — 75/25 é uma espécie de balanço, mas com o corpo presente nas lutas de hoje. Há “muita gente” a romantizar “os tempos do Estado Novo”.
Depois de Entroncamento, Projecto Global e Pai Nosso, Os Últimos Dias de Salazar, seremos surpreendidos pelos novos filmes de Sérgio Graciano, Tiago Guedes e Ana Rocha de Sousa.
O realizador voltou à cidade onde cresceu. Com a actriz Ana Vilaça a sabotar a misoginia e a questionar o racismo. Um dos statements políticos mais vibrantes na cinematografia portuguesa.
O fantasma do género tornou-se um condensador de medos e angústias socialmente organizados de modo a incitar paixões políticas.
Nove anos depois do último romance, já a caminho do que pensava ser uma reforma literária, regressa com uma ficção que faz dos tempos agitados que vivemos matéria de riso e pensamento.
Com título pescado em Caetano Veloso, o cantor lança um álbum que aproveita o balanço da estrada e é feito da leveza de quem não segue planos. Em Abril, apresenta-o nos Coliseus.
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