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Editor; ex-jornalista
André começou a questionar os fregueses se não sentiam que o tempo andava «mais quente». Que «não», responderam-lhe, apontando para o termómetro da farmácia que registava os mesmos 0ºC de há décadas.
De cada vez que morre um palestino indefeso morre um pouco do espírito europeu, um pouco da humanidade, um pouco de nós. Se a isto já fechamos os olhos, vamos abri-los perante o quê?
Mortágua recorda a situação da Madeira e pede a Marcelo que garanta a “coerência com as decisões tomadas no passado”. Rocha vai avaliar diploma a diploma, mas não fecha porta a integrar governo da AD.
Apesar da disponibilidade demonstrada pelos liberais para integrarem uma solução governativa com a AD, a IL está a trabalhar, sabe o PÚBLICO, num cenário em que negociará caso a caso no Parlamento.
O co-líder do Livre exclui o Chega da equação para defender que ainda não está claro se a maioria parlamentar, contados os votos da emigração, será da esquerda ou da direita “tradicional”.
Para Miguel Ferreira da Silva, é “impensável” a IL integrar um governo com a AD sem garantir a descida do “IRS para dois escalões” e diz que a ausência de Carla Castro foi notada durante a campanha.
Uma multidão assistiu no Carmo aos últimos momentos da ditadura. Conhece quem lá tenha estado? Criámos um site com fotografias do dia. Ajude-nos a identificar as pessoas e a contar as suas histórias.
As duas maiores forças políticas não estão reféns das vontades das demais para fazer acordos de regime, como é exemplo a revisão constitucional, que caiu por terra com a dissolução do Parlamento.
Só a APU, de Álvaro Cunhal, e o PRD, criado em torno da figura de Ramalho Eanes, se aproximaram da percentagem de deputados que o Chega agora terá no Parlamento.
Os liberais mantiveram o número de deputados: oito. Apesar de ter estabelecido a meta na eleição de 12, Rui Rocha não retirará “consequências políticas”. Sente-se com “energia”, descreve.
No início da noite o PSD cantou vitória e o PS admitia liderar a oposição, mas a disputa está ombro a ombro. Apesar do não do PSD, Ventura insiste: “maioria é AD e Chega”.
O último dia da campanha começou com as sedes de quase todos os partidos com pichagens de activistas climáticos.
Falta um dia para a campanha acabar e as sondagens ainda colocam a IL aquém da meta estabelecida. Esta quinta-feira, como nunca antes, Rocha teve oportunidade de marcar o dia — optou por não fazê-lo.
O décimo primeiro dia de campanha da IL foi todo a Norte: começou com uma visita a uma creche, continuou com uma visita apressada à Qualifica e acabou num jantar-comício com os jovens do partido.
As sondagens não estão favoráveis aos liberais, pelo que a grande preocupação do partido parece ser evitar dele fazerem o cordeiro sacrificado do voto útil à direita. Para já só fizeram duas arruadas.
PS, IL, BE, CDU, Pan e Livre vão fazer campanha na Grande Lisboa este terça-feira. AD começa em Aveiro e acaba nas Caldas.
O voto útil, à esquerda e à direita, pode esvaziar os partidos mais pequenos. Será que irá acontecer de novo?
Num almoço com empresários de Leiria, o líder dos liberais disse que “ter lucro é bom” e que, “em Portugal, ter ambição parece ser uma coisa má”. Acusou PSD e PS de quererem “condicionar o voto”.
Depois de um fim-de-semana em que os antigos líderes partidários deram uma ajuda aos actuais, a campanha entra na recta final rumo a 10 de Março.
No oitavo dia de campanha, Rui Rocha criticou as sondagens, disse que o comício do PS do dia anterior foi “uma reunião de demissionários” e foi a Mangualde para provar a “falta de acção” do Governo.
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