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Uma grande votação em Ventura para “substituir” o PSD pode ser do interesse de Cotrim. A implosão da AD serve aos dois – Cotrim pode ir partilhar os despojos. Nestas presidenciais são aliados.
Lembrei-me então do Gouveia e Melo e concordo com o João Miguel Tavares: se ele estivesse na corrida votava nele. Talvez desse algum músculo a esta direita envergonhada
É muito importante que os miúdos percebam a dimensão destas calamidades, mas é fundamental dar-lhes a oportunidade de ajudar de alguma forma, combatendo a paralisia e o sentimento de impotência.
Será que as nuvens têm noção do mal que estão a fazer? Não podem ir chover para outro lado qualquer? Não é como se faltassem lugares no planeta onde a água faz falta.
Leiria vai reerguer-se. Mas não esqueceremos o momento em que o Governo de Portugal duvidou da nossa palavra quando a palavra era “socorro”.
O voto em Seguro não serve para ele “fazer mais coisas”. Uma votação reforçada serve para sinalizar a Ventura que existe um limite para que ele “faça mais coisas”. É o que está em causa no dia 8.
O candidato do socialismo pode dar o que bem entender ao povo que jamais será criticado como foi André Ventura quando organizou uma pequena sessão de recolha de alimentos.
O que é que foi feito desde o verão, em que arderam cerca de 270 mil hectares do nosso país, o que é que está a ser feito para prevenir esta desflorestação maciça?
A primavera, como a juventude, não se pode adiar.
O impacto mais profundo da neurociência no combate ao estigma não está apenas em mostrar “onde está o problema”. Está em mostrar que o cérebro muda.
No ensino da condução, a diferença entre um instrutor e um acompanhante não é pedagógica: é mecânica. O instrutor tem travões. O tutor tem esperança.
Não aceitem essa coisa das visitas apenas por marcação nos lares, percebam se os vossos familiares têm a pele íntegra ou se têm pensos e acreditem sempre nos vossos instintos.
De anti-sistema, André Ventura passou a querer ser líder de uma parte do sistema, como meio para vir a ser central no sistema inteiro.
A maioria da escrita funcional deve ser medíocre e indistinta. Nenhum imperativo ético exige a seres humanos que dediquem talento a redigir pessoalmente cartas de recomendação ou programas eleitorais.
Não é na campanha dos jantares que se fica a saber como actua um futuro Presidente. Esta “campanha” que ninguém desejou revela muito mais sobre o futuro que qualquer discurso com apoiantes eufóricos.
Para quem gosta mesmo de bacalhau sem espinhas, uma patanisca é um bom naco de bacalhau que se pingou em ovo e farinha. (Extra: a receita das Pataniscas da Armanda)
Dantes gozavam comigo por não andar com o telemóvel. Mas eu prefiro deixá-lo na mesa de leitura. Quando dou as minhas voltas, o meu objectivo não é atender chamadas: é andar à vontade.
Se tiver um resultado superior ao da AD em Maio, o líder do Chega estará preparado para fazer grandes estragos ao Governo. Mas talvez ainda não “substituir o PSD” já, como diz Pacheco de Amorim.
Os boomers da direita gostam de voltar aos heróis dos dias em que viveram sobressaltados com a ameaça do comunismo real. Mas fiquei na mesma: para a minha geração, Eanes vale tanto como o Afonso Costa
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