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Cantora, compositora e mãe
Esta avó e esta mãe não são constitucionalistas, mas são exactamente os cidadãos que têm de fazer um esforço para compreender estas questões, para que não acordem tarde de mais.
Onde fica a capacidade de uma criança cumprir uma tarefa, só porque o pai ou a mãe mandam?
Os nossos filhos são iguais ao que nós somos e ao que nós fomos, e habitam o mesmo planeta do que nós, desejando o mesmo que nós desejamos: ser amados, escutados e compreendidos.
Os pais podem sentir que os filhos os desiludiram? Este é o tema de mais uma birra entre mãe e filha.
Faz-me pele de galinha que cada vez mais adolescentes recorram a plásticas numa ânsia de se “corrigirem” para atingirem, como dizes, um ideal de perfeição imaginado. Uma romaria à frustração.
É preciso conversar sobre o Dia do Pai com bom senso e sem extremismos, mas também sem medo de uma opinião própria.
Em troca, uma birra com quatro livros que não podes deixar de ler (quando os teus filhos forem para a faculdade e voltares a ter mais tempo!).
Na sua correspondência, a rainha Vitória do Reino Unido diz aquilo em que pensa sem meias palavras: a visão da mulher, a gravidez, o parto e o papel das mães.
Os cidadãos conseguiram que o Parlamento aprovasse a proposta na generalidade, mas, na especialidade, os deputados parecem estar a dar passos para atrás ou para o lado.
O Ensino Articulado associa a dança, a música ou o teatro à formação das crianças.
Não valem mentiras como aquela de “O papão vem aí e leva-te” ou “O polícia prende-te!”, mesmo que às vezes apeteça recorrer a forças externas para combater a impotência e o cansaço.
No mundo ocidental, as doenças sexualmente transmissíveis crescem entre a população com mais de 55 anos, revela o The Economist, superando os mais jovens.
Como viemos parar aqui? Esta emancipação da mulher limitou-se a acrescentar-lhe responsabilidades, sem abrir mão de nenhuma? E se assim foi, que papel deixámos ao pai?
Em véspera de Dia dos Namorados, falamos sobre o amor dos mais novos.
Os filhos casam muito mais tarde e adiam a primeira gravidez para perto dos 40 anos, o que era inimaginável há uma geração.
Às vezes, os avós ficam magoados porque mal entram em casa dos filhos, os netos agarram-se as pernas dos pais e não querem falar/brincar com eles.
Oiça a nossa Birra, ria connosco e partilhe as suas resoluções de “má mãe” ou de “má avó”. Garantimos-lhe desde já a nossa absolvição.
Voltámos tão rapidamente ao nosso rebuliço que apesar de já termos vivido a experiência de parar tudo, diríamos que seria impossível que se repetisse.
Os tempos mudam, mas a divisão das tarefas em casa e com os filhos continua a caber mais do que maioritariamente às mulheres.
Acho que o mundo estaria melhor se fossem as mães e os pais compassivos a governá-lo, porque jamais enviariam os filhos para uma guerra cujo objetivo é matar os filhos dos outros.
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