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O “comportamento de sobrevivência” levou-as a fazerem bullying a colegas de escola. Anos mais tarde, arrependem-se. Por isso, pediram desculpas: “Foi um momento muito emocionante.”
Jovens entre os 10 e os 21 anos foram expostos online a discursos de ódio, violência, informação sobre automutilação ou suicídio de forma involuntária. A maioria (61,1%) não procurou esses conteúdos.
Duas crianças “fecharam a porta nos dedos” da vítima e não o deixaram “sair e pedir ajuda”, disse a mãe da criança. O jovem foi submetido a três horas de cirurgia no Hospital de São João, no Porto.
O que o ódio ao outro revela sobre o nosso próprio mal-estar – uma leitura psicanalítica das violências visíveis e invisíveis que atravessam escolas, redes e vínculos humanos.
Acções, segundo dados provisórios da Guarda, abrangeram vários dos 4604 estabelecimentos de ensino público e privado à responsabilidade da GNR.
A PSP irá realizar a partir de hoje uma campanha de sensibilização sobre o bullying e o cyberbulling pelas escolas do país.
No mundo virtual, que, para muitos, tem mais valor que a escola, o que importa é a chamada “liberdade de expressão”, que tudo mede pela régua da opinião e do gosto.
No geral, foram registados menos casos de bullying nas escolas face ao ano lectivo anterior. Esta quinta-feira, 1,6 milhões de alunos regressam às aulas.
O que começou com o bullying e o assédio estacionou agora num patamar de violência psicológica inimaginável. É urgente regulamentar, trazer para a discussão as tecnológicas e educar.
Banir a utilização de smartphones por crianças e adolescentes é ignorar que estas têm acesso a diversos tipos de dispositivos, tanto na escola como em casa.
Muito se discute o bullying em contexto escolar, mas a resposta concreta às vítimas continua, na maioria dos casos, tardia, insuficiente ou inexistente.
A ruptura da relação entre um adolescente e o seu irmão mais novo com PHDA não deve ser desvalorizada.
É essencial tornar a causa antibullying um desígnio verdadeiramente nacional e isso só se faz com trabalho, dedicação, parceria e partilha. Como podemos fazer isso?
Talvez não seja de admirar que Trump tenha um historial de atacar os mal-vestidos. Nesta administração, vestir-se mal pode ser um acto de desafio.
Os professores, como outros adultos, podem ser alvo de mobbing (o bullying em contexto laboral) por parte de alguns colegas de trabalho ou das suas chefias
Estudo realizado nas escolas abarcou mais de 31 mil alunos entre os 11 e os 18 anos. Conclusões são apresentadas esta segunda-feira em Lisboa.
“Aberração”? Aberrações são muitas das ideias que o Chega defende, muitos dos comportamentos que produz e reproduz e a incoerência entre o que faz e o que diz defender.
Os professores precisam de se afirmar como autoridades no espaço público. Para isso não precisam de psicólogos e de decretos. mas apenas de um profissionalismo interativo e construtivo.
As direções das escolas, ao invés de proteger os seus docentes, aplicam na maior parte das vezes uma justiça discricionária no exercício de uma autonomia que lhes permite perseguir quando questionadas
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