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Carlos Moedas tem razão quando se refere ao “caos” no aeroporto de Lisboa, com os passageiros alinhados em carreiras de formigas enquanto o controlo electrónico falha.
O que pode o Governo fazer num cenário em que a guerra no Irão se prolongue e os preços continuem a subir até uma fasquia impossível, mesmo para a classe média?
Legitimado por uma decisão europeia, Sócrates apresenta-se não como acusado, mas como um cidadão lesado por um Estado que não cumpriu os seus próprios prazos. Pede 205 mil euros. Agora, imagine-se se…
A IA é uma tecnologia extraordinária, com implicações económicas, sociais, filosóficas e ideológicas impossíveis de definir: deve um governo eleito democraticamente meter-se num negócio privado?
O ministro foi implacável, validando a promessa feita em Abril, quando garantiu ter assinado um número apreciável de despachos relacionados com a “expulsão de membros das forças de segurança”.
Segundo um estudo publicado neste jornal, um quarto dos alunos portugueses acabadinhos de concluir o 1.º ano não consegue ler 21 palavras num minuto.
A IA irá desmontar as relações entre empresas, empresários e trabalhadores, e nada disto está plasmado nas discussões entre sindicatos, patrões e Governo na saga da reforma da legislação laboral.
Sem uma meta óbvia para o seu regresso, Pedro Nuno Santos corre o risco de assumir um papel indesejável no futuro: tornar-se uma reserva moral do Partido Socialista.
Ao transitar para a esfera política, os tiques do The Apprentice transitaram com ele, e é possível que os critérios que assistiam à escolha das personagens daquele programa também.
É importante desmontar a ideia de que os iliberais são eternos e de que o poder não pode ser recuperado quando o Estado foi integralmente capturado por um homem. Com Orbán, morreu esta fantasia.
A desregulação e a incapacidade de controlo de conteúdos nas plataformas tecnológicas permitem que colegas partilhem conteúdos íntimos de outras colegas sem consentimento.
A discussão sobre o texto fundamental é politicamente irresistível pela carga ideológica que a alimenta. Mas há outros debates interessantes e importantes a decorrer ao lado: a erosão da confiança.
Manter Mascarenhas revela complacência, perder Mascarenhas significa perder influência na autarquia mais mediática do país. Em ambos os casos, isto diminui o partido.
O Irão não é a Venezuela, mas Trump poderá ter sido levado a achar que era pelo orgulho, pela vaidade e influência de Netanyahu, e mergulhou de cabeça numa guerra cuja extensão terá calculado mal.
As motivações dos casuals extravasam a paixão clubística, o ritual da bifana, da cerveja e da roulotte, a coreografia e os cânticos, e as provocações ao rival nas marchas em dia de jogo.
Abbas Araghchi, ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, garantiu em entrevista à NBC que o povo de Teerão apoia o regime.
Explosões ouvidas em Teerão e dezenas de alvos atingidos em todo o país na manhã deste sábado. Irão responde com ataques no Médio Oriente. Ayatollah Ali Khamenei está morto.
No meio deste turbilhão, com uma opinião pública praticamente formada, com o temperamento indomável de Sócrates e as últimas actualizações, que advogado aceita participar na Operação Marquês?
O novo MAI não saiu de um gabinete discreto nem proveio de um aparelho partidário, e sugere segurança e autoridade. Tudo isto conta nos dias que correm.
As calamidades devolveram Marcelo Rebelo de Sousa ao centro da política para exercer na plenitude a magistratura da influência e pôr na rua a proximidade física e emocional que cultiva sem esforço.
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