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Para muitos cretinos, um tipo de esquerda não pode beber champanhe, algo só reservado a quem tem muito dinheiro e é de direita. Deve beber frisante Castiço, sem ofensa para a marca.
O Zombi Manifiesto, o Maia BD, música pela região Centro, uma ópera Por Todos Nós, vinhos do Douro Superior e uma visita em marcha.
Entre os Encontros de Teatro e Artes de Rua e o Apagão de Uma Noite de Verão, há música, comédia e copos de vinho.
O Natus Tinto é um vinho feito na talha, mas não é um vinho de talha. Nasce na Vidigueira e não o renega, mas foi moldado pelo saber e, lá mais atrás, pela curiosidade de Hamilton Reis.
A região é reconhecida internacionalmente pelas condições ideais de observação astronômica e é amplamente reconhecida por ter alguns dos melhores céus da Europa para admirar estrelas, planetas.
Se calhar, não é apenas de trabalhadores mais produtivos que o país precisa, é também de melhores empregadores. De uma reforma patronal, portanto.
A primeira aparição deste vinho icónico aconteceu em 1996. Desde então, aparece quando há condições. Depois deste 2015 que está prestes a chegar ao mercado, só deverá regressar com a vindima de 2021.
A Quinta do Canhoto e a Adega do Cantor são os primeiros produtores a submergir vinhos no mar algarvio. Além de garrafas, há uma barrica em estágio subaquático, uma estreia em Portugal.
Dados divulgados pela Associação Internacional da Vinha e do Vinho também apontam crescimento expressivo nas áreas plantadas de uvas no país e na produção da bebida, na contramão do mundo.
Vamos com quase um mês de Primavera e os eventos vínicos aceleram. Em Maio, ponha estas sugestões na agenda. São propostas diferentes entre si, mas todas agradarão a mais do que um público.
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