Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
A 24.ª edição do festival começa a 21 de Maio, com um segundo momento em Outubro. Programa completo será divulgado em meados de Abril.
Programa internacional, que serve “de desenvolvimento e preparação até 2027”, articula-se “com urgências contemporâneas: a paz, a justiça social, a sustentabilidade ou a democracia”.
A Paixão segundo São João em concerto, a peça À Primeira Vista e as artes de Pedro Casqueiro e Anne Imhof são outras das propostas.
Um musical dos responsáveis por Pôr do Sol, música nova de Tame Impala, clássicos de Hans Zimmer, Rei Lear por António e Pires e fotografias de Estelle Valente marcam a agenda.
O Dia Nacional dos Centros Históricos convida a passeios e visitas, enquanto os palcos se enchem de Luta Livre, Filodemo, Os Tubarões e outros artistas.
Entre uma Páscoa Doce e uma Praça do Chocolate, há leituras nocturnas, histórias de amor e música sem meias palavras.
Lêem textos na íntegra ou conversam sobre um autor. São clubes de leitura como os outros, mas com os olhos postos no palco e na sua efemeridade. O Dia Mundial do Teatro comemora-se esta sexta-feira.
Governo “homenageia não apenas a cantora ou a actriz, mas a intérprete cujo percurso ultrapassa largamente a soma das suas canções, espectáculos ou personagens”.
Unindo duas obras inspiradas pelo mesmo caso real, Paulo Campos dos Reis encena o texto do autor francês sob a influência da obra da pintora portuguesa.
Em Lisboa até 18 de Abril, este Filodemo exige que habituemos o ouvido ao português quinhentista. Mas é um Camões de hoje, em corpos vibrantes, encurtando distâncias e rasurando mitologias bafientas.
Na agenda estão também O Figurante, Poesia à Mesa, Lee Ritenour e Santa Joana dos Matadouros.
Solveig Nordlund realiza um precioso filme sobre a Cornucópia, um eco do declínio sociopolítico em que estamos metidos.
Uma peça que vai à obra de Manuel António Pina, outra que diz que A Valentina e a Valeria Não Estão Mortas, os 20 anos de Sean Riley & The Slowriders e notas de Lee Ritenour, Sereias e Strangelove.
Intenso espectáculo irmão de Limbo, Kumina, em estreia no teatro lisboeta, é uma travessia ao lado dos migrantes, procurando consolo num ritual perante a imobilidade da História.
Nos últimos 15 anos, surgiram várias estruturas de criação de artes performativas no Algarve, novos espectáculos e festivais. Há mais dinamismo e público, mas ainda falta uma estratégia regional.
Nas tábuas, assistimos às estreias de Filodemo e Souvenir. Diana Niepce põe lirismo e violência a dançar. São Miguel recebe um abalo criativo. E Alex D’Alva e Rita Onofre fazem-se juntos aos palcos.
O teatro nasce como tecnologia política inventada pela democracia para se interrogar a si própria. Pedir ao teatro que se reja por uma política conservadora é como pedir à sátira que seja respeitosa.
Enorme sucesso internacional desde que se estreou em 2009, Veneno chega agora ao Teatro Aberto. Reencontro de um casal, dez anos passados sobre a tragédia que mudou as suas vidas.
Improvisar com Shakespeare e clássicos do bailado, andar entre Antiprincesas, marionetas e pianos em miniatura, celebrar a água, o Bordalo Pinheiro e o Canal Panda.
Ocorreu um erro aqui, ui ui