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A integração do grupo Saída de Emergência fundado por Luís Corte Real permitirá à Penguin Random House ampliar o seu catálogo em Portugal para mais de 8 mil títulos.
Atribuído por unanimidade por um júri composto por Fernando Batista, Helena Carvalhão Buescu e João Miguel Henriques, o prémio distingue a obra Caçadores de Algas e Outros Contos.
Co-fundador da editora Planeta Tangerina, foi autor de A Ilha, desenhado por Yara Kono, e Os Figos São Para Quem Passa, ilustrado por Bernardo P. Carvalho.
Quando todos se refugiam em casa para fugir do calor, fico cá fora a abraçar demoradamente Olga Tokarczuk e Margaret Atwood.
A mãe de Maria Grazia Calandrone atirou-se ao rio e deixou-a. Era criança, foi adoptada e viveu a achar ter sido abandonada pela mãe. Em Escrito com Sangue na Água, além da mãe descobriu um país.
A 6 de Julho, chega às bancas uma edição especial do suplemento de cultura do PÚBLICO. Uma revista de 100 páginas dedicada aos livros e às ideias que eles encerram.
E se a melhor forma de compreender os 250 anos dos EUA fosse começar pelos seus romances? Da obsessão de Ahab em Moby-Dick a Philip Roth, a literatura americana interroga os limites da democracia.
Escrito pela neta à procura da avó, Indignidade — Uma vida reimaginada leva-nos do império otomano até Enver Hoxha e à Albânia pós-comunista. Lea Ypi mistura memória, história, ensaio e ficção.
Uma viagem que se esperava tranquila transformou-se numa aventura louca e numa lição inesquecível para um rapaz insolente. Na carruagem 5, havia uma leitora...
A literatura de Lídia não é mero adereço, botoeira ou flor de lapela. É elogio do outro, é salvação do que vincula, não havendo lugar para a perfídia.
Curiosamente, ainda não me aborreci neste lugar, a observar dois homens capazes de se abstraírem de tudo: um a olhar fixamente para um pombo, outro para um ecrã.
Aos 80 anos, a autora de Misericórdia é a décima mulher distinguida com o mais importante galardão literário da língua portuguesa. Recebe-o pela “análise profunda da história recente de seu país”.
Nem só de cabrito assado se faz a gastronomia duriense. Há uma enorme riqueza de receitas escondidas nas memórias familiares. Um novo livro, retrato de um Douro intimista, vem agora revelá-las.
Foi memorável este primeiro Festival Babell. Pela equipa, dedicada e prestável. Pelo critério literário, de qualidade. Pelo público, que foi a correr às sessões. E pelo Porto.
Editado em Outubro, Casa de Nuvem é uma antologia da obra da poetisa portuense. Cerimónia de entrega dia 10 de Julho, na Biblioteca Municipal Raul Brandão, em Guimarães.
A escritora e académica brasileira estará no clube de leitura do PÚBLICO e da revista brasileira Quatro Cinco Um a 14 de Julho, no Zoom, a discutir o seu romance Oração para Desaparecer.
“Com um delicado equilíbrio entre a tragédia histórica, a comédia familiar, o drama e a sátira social”, Persépolis regressa às salas a 16 de Julho, numa homenagem à falecida artista franco-iraniana.
Coliseu do Porto cheio para ouvir o autor de Os Versículos Satânicos, num dos momentos altos do Festival Babell, que ainda não iniciou o balanço desta primeira edição nem se compromete com o regresso.
O escritor inglês Julian Barnes, de passagem pelo Babell, no Porto, garantiu que não fará uma tournée de despedida depois da que está a fazer com Partida, o anunciado último romance.
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