Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
Directora-adjunta
O episódio de hoje é moderado por Sónia Sapage e conta com os comentários de Marta Moitinho Oliveira, Susete Francisco e David Santiago.
Luís Montenegro segura nota média acima de 10 pontos e mais de dois terços dos entrevistados dão-lhe avaliação positiva, apesar da crise política que o tem como epicentro.
O debate sobre a suborçamentação do SNS está ultrapassado, mas os governos enfrentam novos desafios. Prestadores de serviços chegam a receber 150 euros à hora.
Miguel Pinto Luz, ministro das Infra-Estruturas e Habitação do Governo demissionário, revela que “o Estado perde 16 milhões ao mês” com a paragem do concurso público para compra de comboios para a CP.
O ministro das Infra-Estruturas revela, em entrevista, que o Governo tem em “pré-análise” uma “reestruturação” do IHRU que permite pagar melhor a quem lá trabalha.
Miguel Pinto Luz diz que Pedro Nuno Santos age com “petulância” e que André Ventura não é o mesmo de “há cinco anos”.
Nas três eleições que se avizinham, os partidos e os candidatos a Belém terão de escolher quais são os seus jacarandás – as causas que vão atrair os eleitores até às urnas.
Se em 2024 não reparou que tinha mais dinheiro no bolso, já não vai reparar. Para este ano, prevê-se uma espécie de regresso à normalidade.
O acordo político na Alemanha permite reformar a norma incluída em 2009 na Constituição alemã conhecida como “travão da dívida”.
Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos partem para estas eleições sabendo que é uma espécie de tudo ou nada. Nem PSD, nem PS perdoarão aos seus líderes se não vencerem.
A opção de Ventura é sempre pelo que é mais oportuno: na gestão dos calendários, nas conclusões que retira, na escolha dos objectivos políticos que traça.
Uma ida a eleições pára sempre o país. Os problemas na saúde, como as filas de espera que começam de madrugada à porta de alguns centros de saúde para obter uma consulta, têm de esperar.
A este ambiente de dúvida, Montenegro quis juntar um clima de crise política. O ambiente político passou a ser uma variável de peso na análise que o Governo promete fazer nos próximos tempos.
O objectivo de Merz é aproveitar esta janela de oportunidade, em que há votos suficientes no Parlamento para mudar as regras da dívida.
Portugal ainda está longe de estar a discutir as autárquicas a sério. Com a sério quer-se dizer os temas que interessam à vida das pessoas.
O país arrisca-se a olhar para os deputados que elegeu e a não se sentir bem representado. E, quando isso acontece, a democracia sai a perder.
Se, por um lado, a justiça dá provas de transparência, por outro, opta por deixar como suspeita o que não foi capaz de provar.
O excedente acima do previsto resulta de uma execução mais baixa nos investimentos. Tal como com Centeno, Sarmento pode até brilhar, mas nem sempre pelas melhores razões.
O Governo faz bem em rever os critérios da política de vencimentos dos dirigentes do Estado. Se não o fizer, o Estado arrisca-se a contribuir para a degradação da sua própria imagem.
Ocorreu um erro aqui, ui ui