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Director
Amado, odiado, maravilhoso, terrível, herói, vilão, os EUA nunca nos deixarão indiferentes.
Sem os novos habitantes, o envelhecimento demográfico seria ainda mais acentuado e muitos trabalhos essenciais não teriam mão-de-obra disponível.
Está a ficar cada vez mais difícil falar com o ministério, faltam esclarecimentos, não há respostas.
“Se a inteligência artificial quer contribuir para a construção de um futuro melhor, precisa de ser honesta sobre o que nos custa hoje.”
Luís Montenegro foi Mr. Negro a abrir o congresso e Dr. Monte a fechá-lo.
Após esta guerra, um país cada vez mais dependente do investimento norte-americano, como Portugal, no mínimo deveria ter o saudável gesto de franzir o sobrolho. Com Trump, nunca se sabe o que vem aí.
Ao contrário do que nos gostam de fazer crer, os políticos não são super-homens e o marketing não pode ser o verniz com que se escondem todos os defeitos.
Era suposto vivermos num planeta que se rege pelos princípios humanistas constantes da Carta das Nações Unidas e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Ao longo da nossa costa, as praias têm sido mais a demonstração das debilidades do Estado do que a afirmação da sua firmeza em garantir o bem comum.
De ambos os lados da barricada, a incerteza tem um nome: Chega.
É no interior dos partidos que se devem debater ideias e propostas, opções ideológicas ou alianças a fazer.
Passando em revista muitos dos últimos casos que envolvem políticos e a Justiça, não pode ser sem alguma cautela que se olha para mais uma “megaoperação”
Este é o mundo de Donald Trump que, com o abrir do funil que estrangulava a economia mundial, irá cantar vitória onde só há prejuízo.
Com Cavaco como figura inspiradora, o primeiro-ministro ponderará que a conversa do “deixem-me trabalhar” associada às “forças de bloqueio” pode resultar em suficiente vitimização.
O vídeo do ministro israelita Ben-Gvir suscitou reacções da diplomacia de vários países europeus, incluindo de Portugal.
O Soundbite de hoje é do candidato à liderança do PSD, Luís Montenegro.
Será no mínimo muito estranho se o Presidente ficar na fotografia como apoiante de uma reforma que continua a ser só defendida pelas forças políticas que se recusaram a apoiá-lo.
As eleições deste domingo na Hungria são mesmo cruciais para a UE, mas também para Washington, Moscovo e Kiev.
Num país em que a sinistralidade continua a ser um problema tão grave, um governante deveria ter a preocupação de transmitir os cuidados que qualquer cidadão deve assumir quando conduz.
O congresso socialista não será determinante, mas também não é suposto que tudo fique na mesma.
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