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Director
O congresso socialista não será determinante, mas também não é suposto que tudo fique na mesma.
Congresso do PS arranca com críticas à estratégia seguida por José Luís Carneiro.
Contra todas as previsões, o ano de 2025 fechou com um excedente orçamental de 0,7%. Governo, afinal, não deu cabo dos “cofres cheios” deixados pelo PS.
Os termos da discussão sobre as escolhas para o Constitucional podem vir a macular indelevelmente a forma como o TC é encarado pelos portugueses.
Um apelo à contenção, associado a um aumento de preços, é uma forma responsável de enfrentar uma crise energética que atinge todos.
A dura realidade nesta guerra é que as justificações e explicações se foram desenvolvendo conforme os eventos se iam desenrolando e os agressores iam percebendo os efeitos indesejáveis dos seus actos
António José Seguro precisa de afastar um dos defeitos que mais lhe é apontado, a falta de capacidade de decisão.
Vamos saber com David Pontes, o director do jornal, as razões para a escolha do tema deste ano.
Hoje estamos em excelentes condições para perceber o problema em que estamos metidos, e aquilo que urge é começar a debater as soluções.
Donald Trump não é de confiança. O presidente norte-americano que prometeu paz já atacou seis países em pouco mais de um ano de mandato.
Uma visita a Malta que é uma viagem à história de corsários e cavaleiros, de fortes e bombardeamentos, onde não faltam portugueses numa ilha fortaleza que conservou inalteráveis os seus tesouros.
Temos, de facto, uma surpreendente facilidade em abraçar designações e expressões em língua inglesa para dar um ar mais modernaço.
O preço a pagar pode parecer menos elevado se percebermos que, se os ucranianos ainda não venceram, muito menos podem os russos proclamar vitória.
Luís Montenegro está perante uma prova de força que ultrapassa em muito a avaliação que as populações afectadas farão da capacidade do Governo de ajudar à recuperação.
Num dos mais explícitos discursos pró-colonialistas de que há memória nos tempos mais recentes, Marco Rubio proclamou o regresso da lógica imperial, anterior à Segunda Guerra Mundial.
A crise é real, mas o excesso também é. Há populações seriamente afectadas pelas cheias, há infra-estruturas em risco, mas há também um país que, na sua esmagadora maioria, continua a funcionar.
Um breve resumo dos resultados deste domingo por David Pontes, director do PÚBLICO.
Porque a vitória de Seguro foge às trincheiras. Num tempo em que a política é dominada pela divisão, o novo Presidente somou os votos de uma coligação estranha, mas natural
O mais provável é que venhamos a assistir a uma nova corrida armamentista que multiplique por mais uns dígitos a capacidade de a humanidade se aniquilar.
Será que, como alguns continuam a defender, estas são umas eleições em que está em causa a democracia?
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