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Director
Como não podemos parar o vento, nem a água que cai do céu, a única solução possível é apostar de forma mais intensa na prevenção.
Por estes dias, há um candidato presidencial que se arvora em novo líder da direita em Portugal. Um candidato que possui a estranha condição de ser simultaneamente líder de um partido.
Um breve resumo por David Pontes, director do PÚBLICO.
A segunda volta das eleições presidenciais resume-se a uma opção clara: reforçar a democracia liberal ou abrir espaço ao populismo radical, num país politicamente fragmentado.
Há gente na PSP que convive bem com o racismo e com a xenofobia. Não serão todos certamente, podem até ser poucos entre os 20 mil elementos da polícia, mas os que existem estão a mais.
As eleições para a presidência das CCDR são um simulacro de democracia quando tudo está decidido pelas lideranças partidárias.
O Conselho de Estado marcado para plena campanha eleitoral é mais uma prova de que Marcelo será Marcelo até ao fim, sem muita preocupação com as consequências, que eram bem evitáveis.
Mesmo perante tão fracos augúrios, queremos 2026 melhor que 2025, e uma boa maneira de começar a consegui-lo é abandonar o dramatismo.
Continua a ser dolorosa a imagem de impotência de uma Europa que não se consegue libertar da dependência norte-americana.
Na sua mensagem de Natal, Marcelo Rebelo de Sousa falou dos “medos, reais ou imaginários”, enquanto Luís Montenegro defendeu que “acreditar não é ter medo nem amedrontar”.
Sem poder “chamar de esquerda o que não é de esquerda”, é bem provável que os dois candidatos vejam vencer quem para eles não deixará de ser um mal maior.
O primeiro-ministro mostrou satisfação pelo dissipar da nuvem negra que o perseguia, mas aproveitou o momento para se fazer ainda mais vítima, atacando a imprensa e a justiça.
Ao aligeirar as metas para controlar a emissão de gases de estufa, certamente o planeta sofre e não é nada garantido que a Europa se safe.
Neste Soundbite ouvimos a análise de Ana Sá Lopes e do director do PÚBLICO, David Pontes.
A análise à sondagem PÚBLICO/RTP/Antena 1 com David Pontes, director do PÚBLICO.
Montenegro procura o conflito com aqueles que obstaculizam a “modernização” do país ao oporem-se a leis que procuram a “valorização da economia”.
Falta saber como está o apoio parlamentar de que o executivo, mesmo que aja sem parecer precisar, necessita para fazer passar este pacote legislativo.
Na mesma semana em que a administração norte-americana mostrou, sem lugar a entrelinhas, que a União Europeia é um adversário, a UE respondeu com um gesto de soberania.
A notícia de que praticamente todo o interior do país pode ficar sem acesso à distribuição diária de imprensa é mais um sinal de um mundo que pode acabar mais depressa do que devia.
Num tempo de muita insatisfação, mas também de muita incompreensão sobre o funcionamento do sistema político, a actual campanha parece estar talhada para gerar ainda mais barafunda.
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