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GIMM – Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular; Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa
Instamos os políticos a reconhecerem que a ciência não é um interruptor que pode ser ligado e desligado sem consequências profundas e duradouras.
Os números de infeções são elevados, e o vírus continua entre nós. Mas infeção não é sinónimo de doença grave. Essa é a diferença crucial entre março de 2020 e maio de 2022 e que é necessário ter presente.
Conseguirão as novas variantes escapar ao nosso sistema imunitário? A evidência científica parece indicar-nos que não. Os coronavírus não se podem “esconder” do sistema imunitário, não se podem camuflar e também não atacam o sistema imunitário.
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