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Jornalista
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Primeira medida da actual administração da empresa pública ferroviária foi nomear os seus antecessores para desempenharem funções de assessores especializados.
O ministro das Infra-Estruturas, Miguel Pinto Luz, viajou 30 quilómetros na Linha da Beira Alta e deu a obra como acabada. No final, elogiou o trabalho feito e omitiu o atraso de três anos.
Neste episódio ouvimos a entrevista ao ministro Miguel Pinto Luz.
O ministro das Infra-Estruturas vai esta segunda-feira circular pela Linha da Beira Alta, mas apenas por um pequeno troço. Os trabalhos vão continuar.
Miguel Pinto Luz, ministro das Infra-Estruturas e Habitação do Governo demissionário, revela que “o Estado perde 16 milhões ao mês” com a paragem do concurso público para compra de comboios para a CP.
O ministro das Infra-Estruturas revela, em entrevista, que o Governo tem em “pré-análise” uma “reestruturação” do IHRU que permite pagar melhor a quem lá trabalha.
Miguel Pinto Luz diz que Pedro Nuno Santos age com “petulância” e que André Ventura não é o mesmo de “há cinco anos”.
O PÚBLICO reuniu três das quatro hospedeiras que nos anos 70 trabalhavam no TER, o comboio diurno que ligava Lisboa a Madrid em dez horas. Um serviço de luxo, com assistentes que falavam três línguas.
Empresa adjudicou 224 mil euros em estudos para poder justificar novas rotas que, a concretizarem-se, representam uma verdadeira revolução ferroviária no país
A situação da Linha da Beira Alta, que Miguel Pinto Luz tinha prometido reabrir até ao final deste mês de Março, é um exemplo paradigmático dos fracassos na gestão das obras da ferrovia.
Moradores e autarcas de Gaia e Espinho confrontados com traçado diferente e falta de informação da IP e da LusoLav. Traçado inicial atravessava a Quinta do Outeiral em Gaia e a da Gata em Espinho.
Os problemas persistentes na Fertagus e a reabertura atrasada da Linha do Oeste são temas deste episódio.
Alteração ao traçado da linha de alta velocidade surpreende autarcas e moradores de Espinho. Novo desenho é diferente do que foi apresentado pela IP.
A provável interrupção da legislatura na sequência dos casos que envolvem o primeiro-ministro deixará alguns dossiers importantes em suspenso, à espera de novo Governo.
Pinto Luz falha promessa de reabertura no primeiro trimestre de 2025 e prolonga interdição por mais quatro meses para se poder fazer testes e vistorias.
Empresa queixa-se de dificuldades no acesso aos terminais rodoviários e da carga administrativa para autorização de novas linhas.
A estratégia que tinha sido originalmente apresentada para o projecto de alta velocidade está em risco de ficar desvirtuada.
Dez meses depois, comboios voltam a circular entre Torres Vedras e Meleças, mas o ganho de tempo foi só de dois minutos.
Secretária de Estado da Mobilidade diz que interveio em resolução técnica da IP. Empresa alega que levantamento de restrição de velocidade em Penalva se deveu unicamente “à conclusão dos trabalhos”.
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