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Se a sua obra é um violento retrato de um país em transformação, com as suas mulheres-coragem, ela é sobretudo um espelho: sobre si, sobre as suas atrizes, sobre aquilo que todos temos em comum.
Numa idade em que os realizadores costumam definhar, os filmes do João foram subindo cada vez mais. Vão ficar para sempre, que é o que interessa.
Realizadores, encenadores, Governo e presidência da República lamentam a morte do realizador português, na quinta-feira aos 68 anos.
O cineasta foi encontrado em casa. Tinha 68 anos. Deixa dois filmes já rodados: Encenação e As Ucranianas.
As feridas e as histórias entre eles vão dar um filme — e uma peça de teatro. Num cineteatro na zona oriental de Lisboa, assistimos à rodagem de Encenação, o próximo filme de João Canijo.
A cerimónia da 17.ª edição dos prémios teve lugar esta terça-feira, em Lisboa.
Novas sequências, os segredos das personagens explicitados, uma relação mais linear com a narrativa: Mal Viver/Viver Mal, de João Canijo, é agora a série Hotel do Rio. É outra música.
João Canijo recebeu os prémios de Melhor Realização e de Melhor Filme por Mal Viver. Great Yarmouth — Provisional Figures, de Marco Martins, somou quatro galardões.
Realizador português está em Los Angeles em plena campanha de promoção do filme.
Mal Viver foi estreado no Festival de Berlim, onde venceu o Prémio do Júri, juntamente com Viver Mal, duas ficções que se interligam, tendo como cenário um hotel gerido por uma família.
A Academia Portuguesa de Cinema anunciará a 14 de Setembro qual destes filmes será candidato a uma nomeação para o Óscar de Melhor Filme Internacional.
O crítico de cinema António Roma Torres escreve sobre o díptico de João Canijo, que, à terceira semana de exibição, já foi visto por cerca de 20 mil espectadores.
O realizador dos consagrados Mal Viver e Viver Mal, reflecte a sua paixão pelo vinho nos diálogos do restaurante do hotel onde as histórias se desenrolam. Um tributo à enofilia.
No Porto e em Lisboa, na mesma semana, dois debates passarão pelo estado do cinema português. Em casa onde não há pão, todos se queixam e ninguém tem razão, diz o adágio. Mas e se todos tiverem razão?
Mal Viver/Viver Mal é a obra-prima do realizador. É a superação de um cineasta, que caminhou em direcção a uma jovem directora de fotografia a quem se deve também este requintado díptico.
O realizador rodou Mal Viver/Viver Mal num hotel modernista em Ofir que tinha frequentado na infância. Deixou a sua escolha para o fim, com medo de que ele já não existisse. Afinal, “estava tudo lá”.
Festival arriscou mais no programa do que nos premiados: além do croata Juraj Lerotic e do díptico de João Canijo, juntam-se galardões para Catarina Mourão, Tatiana Ramos e Tomás Paula Marques.
Depois de Berlim, o filme Mal Viver continua a recolher o reconhecimento de júris europeus.
Português venceu o prémio pela realização do filme Mal Viver. Nuno Beato, João Gonzalez e Laura Gonçalves também conquistaram galardões.
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