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“Não pode haver erros”, diz o Presidente norte-americano. Os iranianos frisam que a recusa dos EUA em desbloquear activos congelados ainda é um obstáculo.
Quando a compaixão passa a depender da política, da religião ou da nacionalidade da vítima, os direitos humanos deixam de ser universais. Tornam-se privilégios.
Aliados históricos dos Estados Unidos, mas cada vez mais próximos de Israel, os Emirados Árabes Unidos recusam-se a ficar na sombra da Arábia Saudita.
Não há caminhos intermédios. Na relação da União Europeia com Israel há duas escolhas: ser cúmplice dos crimes de guerra e do genocídio ou travá-los.
António Guterres revelou preocupações com o “tratamento humilhante” dado por Israel aos activistas. ONU pede que todos os activistas sejam libertados e os agressores responsabilizados.
Quase dois anos depois, o Partido Democrata publica um relatório sobre o fracasso da campanha de 2024. Um documento frágil, com omissões notáveis, que abre uma nova crise interna.
Na chegada ao Porto, os dois portugueses relataram agressões das forças israelitas, contando duas pessoas baleadas e dezenas com fracturas. Organização fala em “muitos casos de violência sexual”.
Washington terá pressionado a Palestina a desistir da corrida à vice-presidência da Assembleia-Geral da ONU, pela possibilidade de se agravarem tensões com Israel.
Não colhem as tentativas de Netanyahu de se demarcar de Ben-Gvir. O líder extremista mantém-se em funções como ministro e isso significa que as humilhações e perseguições vão continuar.
Presidente da República repudiou as “humilhações públicas de seres humanos e tratamentos indignos”. Perante os “riscos” para os direitos humanos, pediu um “olhar preventivo e determinado”.
Também Paulo Rangel condenou “comportamento intolerável” de Ben-Gvir e o tratamento infligido aos activistas da flotilha.
Prisioneiros palestinianos lutam com greves de fome ou passando cartas minúsculas em cápsulas de medicamentos, contou o investigador Basil Farraj.
Diplomacia israelita afirma que já foram deportados todos os activistas estrangeiros. Atitude provocatória de ministro israelita condenada globalmente, até pelos Estados Unidos.
Francesa Albanese passou a constar da lista de sancionados da Administração Trump depois de ter criticado a actuação de Israel na Faixa de Gaza.
O vídeo do ministro israelita Ben-Gvir suscitou reacções da diplomacia de vários países europeus, incluindo de Portugal.
Paulo Rangel condenou “comportamento intolerável” de Ben-Gvir e o tratamento infligido aos activistas da flotilha. Montenegro defende suspensão parcial do acordo com Israel.
Israel interceptou, no total, 50 embarcações da frota da Global Sumud Flotilla e “raptou 428 participantes”. Famílias de portugueses detidos recebidas quarta-feira pelo Presidente da República.
Centenas de fãs recorreram às redes sociais para denunciar a votação do júri da Moldova no concurso de sábado, que atribuiu apenas três votos à vizinha Roménia.
Beatriz Bartilotti e Gonçalo Dias, ambos médicos, faziam parte da tripulação do navio Tenaz, que navegava em águas internacionais quando foi interceptado.
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