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O Presidente dos EUA diz que o conflito acabará em “duas ou três semanas”. MQ-9 Reaper, drone norte-americano, já está nos Açores.
Lei aprovada pelo Parlamento israelita é alvo de críticas pela comunidade internacional, que alerta para o seu carácter discriminatório contra a população palestiniana.
Comissário europeu da Energia apela à redução das viagens e ao teletrabalho perante o risco de uma crise energética prolongada. Conheça as outras recomendações da Agência Internacional de Energia.
Continua a troca de fogo entre as partes em confronto. Comissão Europeia pede que cidadãos viajem menos. Rubio diz que EUA têm de repensar ligação com NATO depois da guerra, Trump fala mesmo em sair.
Sempre que o Ocidente intervém, normalmente não dá bom resultado. Não há nenhuma razão para pensar que com a guerra de Trump e Netanyahu contra o Irão seja diferente.
Pela primeira vez desde a ocupação de Jerusalém Oriental, em 1967, Israel encerrou todos os acessos à Al-Aqsa durante o Ramadão, no que justificou como medida de segurança face à guerra com o Irão.
Segundo o Financial Times, o secretário da Defesa dos EUA terá, pouco antes do ataque ao Irão, tentado investir em empresas que beneficiam do aumento da despesa governamental.
EUA podem abandonar o conflito sem cumprir vários objectivos aludidos recentemente e deixando por resolver uma nova crise no Golfo com efeitos globais. Israel manterá ofensiva por várias semanas.
Preço da bilha deverá aumentar cerca de 20% a partir de quarta-feira, dizem revendedores. Aumento rondará os três euros por botija. Famílias mais pobres verão reforçado apoio na botija solidária.
Israel continua ameaças no Líbano enquanto países europeus apelam ao respeito pela soberania do país. Secretário da Defesa dos EUA acusado de investir em material militar antes do início da guerra.
O Presidente dos EUA pode não saber o que anda a fazer no Irão, mas o primeiro-ministro de Israel sabe muito bem o que anda a fazer em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano ou no Irão.
Parlamento israelita dá luz verde a projecto de lei que vários países europeus e organizações de direitos humanos consideram como discriminatório.
Netanyahu anunciou que deu instruções “às autoridades competentes para garantirem ao cardeal Pierbattista Pizzaballa total e imediato acesso à Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém”.
Uma central energética e uma dessalinizadora no Kuwait também foram alvo de ataque. Morreram três capacetes azuis da ONU no Sul do Líbano. Espanha fecha espaço aéreo a voos envolvidos na guerra.
A UNRWA poderá, em breve, deixar de existir. É chocante que, apesar do seu papel crucial, a agência não tenha sido devidamente protegida pela comunidade internacional.
O ministério de Paulo Rangel exortou ainda as autoridades israelitas a “garantirem e praticarem a liberdade de religião e de culto”.
Israel pretende ocupar a zona Sul do Líbano e Netanyahu diz que assim irá “neutralizar definitivamente a ameaça de invasão e afastar da fronteira os disparos de mísseis antitanque”.
Pierbattista Pizzaballa, chefe da Igreja Católica em Jerusalém, foi barrado pela polícia, numa acção “sem precedentes desde há séculos”. Governo italiano convoca embaixador de Israel em Roma.
Forças israelitas mataram três jornalistas no Líbano, acusando um deles de ser operacional do Hezbollah, à semelhança do que já havia feito em Gaza, com alegados membros do Hamas.
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