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Israel rejeita que se tenha tratado de uma “execução” e mantém a teoria de que “havia terroristas dentro” dos veículos atacados.
Ministro da Defesa israelita quer aumentar “zonas de segurança do Estado de Israel” no Sul do enclave. Familiares dos reféns acusam Governo de os “sacrificar” em “nome de ganhos territoriais”.
Paramédicos e socorristas enterrados numa vala comum. Israel admitira disparos contra ambulâncias “suspeitas”. Avisos de evacuação para Rafah.
Ambulâncias onde seguiam socorristas foram atacadas quando respondiam a um pedido de emergência para fornecer primeiros socorros. Israel diz ter identificado “veículos suspeitos”.
O movimento palestiniano disse estar a favor de um acordo de cessar-fogo que previa a libertação de cinco reféns por semana. Pelo menos vinte pessoas morreram em Gaza este domingo.
Pelo menos treze socorristas continuam desaparecidos.
Porta-voz do Gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) diz que “há desprezo pela vida e pela dignidade humanas” na Faixa de Gaza.
Responsável da MSF Amande Bazerolle lamentou, em declarações ao PÚBLICO, a falta de envolvimento internacional para acabar com o bloqueio ilegal de Israel ao território.
O especialista em Hamas Michael Milshtein avaliou, em declarações ao PÚBLICO, os protestos na Faixa de Gaza.
Vídeos que começaram a circular nas redes sociais mostram um grupo pessoas a marchar por uma estrada poeirenta entre edifícios danificados pela guerra e a cantar “Fora fora, Hamas, fora”.
Pelo menos 30 dos 100 trabalhadores da ONU em Gaza vão sair do terreno. Ataque a hospital no domingo motiva repúdio de organizações internacionais, como os Médicos Sem Fronteiras.
Israel indicou que interceptou três rockets disparados a partir de Gaza e ordenou a evacuação da zona de Jabalia, no norte de Gaza, em preparação de um ataque de resposta.
Hamdan Ballal terá sido ferido na cabeça e no estômago na aldeia onde vivia, na Cisjordânia, e levado para uma esquadra. Integra o quarteto israelo-palestiniano que recebeu o Óscar do documentário.
Desde o dia 18 de Março, já terão morrido em Gaza, pelo menos, 700 pessoas. Entre as vítimas mortais, contam-se 400 mulheres e crianças.
O que Trump defende é exactamente o mesmo que o ministro da Segurança de Israel, Ben Gvir, de extrema-direita, que saiu e reentrou no Governo. Uma Gaza sem palestinianos, limpa da etnia odiada.
Residentes reportam ataques israelitas intensificados. Hamas diz que um líder político, Salah al-Bardawil, foi morto num bombardeamento.
O plano do Hamas, qualquer que ele fosse, não resultou: o violento ataque de 7 de Outubro de 2023 acabou por ser tudo o que Israel precisava para levar a cabo o projeto de extermínio.
Depois do cessar-fogo, Israel voltou a atacar – e quem vive em Gaza sentiu um despertar da sua impotência. Um testemunho na primeira pessoa de Farida Algoul, escritora e jornalista de Gaza.
Preços de alimentos aumentaram desde que Israel encerrou os pontos de entrada de ajuda a 2 de Março. Acesso a água potável diminuiu com corte de electricidade.
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