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O octeto apresenta o aclamado Caroline 2 em Braga e Lisboa. Pós-rock, folk, slowcore; guitarras, violinos, sopros. “Tudo pode soar muito suave e muito alto com facilidade”, diz Jasper Llewellyn.
No primeiro álbum a solo, o músico palestiniano, que se divide entre Ramallah e Berlim, canta a nostalgia de uma realidade que nunca viveu: “a de um lugar livre” do colonialismo.
Em Trópico Paranóia, os Expresso Transatlântico aprofundam a sua música de síntese, música instrumental feita curta-metragem em som. Portugal no mundo, o mundo aqui.
Bangladesh, Butão, Camboja, Coreia do Sul, Filipinas, Laos, Malásia, Nepal, Tailândia e Vietname vão participar no concurso, a realizar-se em Banguecoque.
Doga vira do avesso a pop e as possibilidades das melodias.
Programa internacional, que serve “de desenvolvimento e preparação até 2027”, articula-se “com urgências contemporâneas: a paz, a justiça social, a sustentabilidade ou a democracia”.
O cantor brasileiro, que apresenta o álbum Let it Burn - Deixa Arder, no fim deste ano, em solo luso, se emociona ao falar sobre dependência química: ‘Descontava muita coisa nas drogas’.
Montanha Russa 33, de Alex Liberalli, que vive em Braga, estará disponível nas plataformas digitais em 1º de maio. Ela também faz parte do Trio Pagú com o marido, o guitarrista Budda Guedes.
Cantora canadiana francófona tem actuações marcadas para Setembro e Outubro na capital francesa. Céline Dion interrompeu a carreira em 2022 devido a diagnóstico de síndrome da pessoa rígida.
A Paixão segundo São João em concerto, a peça À Primeira Vista e as artes de Pedro Casqueiro e Anne Imhof são outras das propostas.
Não é todos os dias que um dos grandes monumentos do Romantismo musical recebe uma interpretação revigorante a todos os níveis.
Também temos bonitos serviços para começar a semana, a caminho de uma Páscoa Doce.
A peculiar dupla canadiana, acabada de se tornar um pequeno fenómeno viral, deu um dos melhores concertos da segunda metade do festival açoriano, que também teve Cate Le Bon ou Angry Blackmen.
Cantora e compositora alagoana, radicada em Portugal desde 1990, revisita trajetória marcada por independência e influências da MPB, da bossa nova e do jazz.
A tecnologia disponível em crioulos cabo-verdiano e guineense pretende servir as comunidades que tendem a ser esquecidas nas evoluções tecnológicas.
Um musical dos responsáveis por Pôr do Sol, música nova de Tame Impala, clássicos de Hans Zimmer, Rei Lear por António e Pires e fotografias de Estelle Valente marcam a agenda.
Oscilando entre vários géneros musicais com destreza, a 13.ª edição do festival açoriano tem sido de alto nível, com boas actuações de Yerai Cortés, Vaiapraia, Arsenal Mikebe e Use Knife, por exemplo.
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