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Em Portugal, o português europeu é para manter ou é para diversificar até se transformar noutra coisa?
Camões perdeu um olho em Ceuta numa rixa, Reis Cabral espera ganhar inspiração numa loja de sapatos.
Para os saudosistas do 24 de Abril, cravos a 25 de Abril são uma abominação, qualquer que seja a cor.
O que não falta é quem continue a defender que as mulheres se põem a jeito.
A percepção do mundo altera-se muito quando temos um termoacumulador em risco.
Ninguém poderá dizer que o humor não ande a fazer-nos muita falta.
“Os homens normais não sabem que tudo é possível”. Penso sempre nessa frase quando o horror das notícias nos desperta a incredulidade.
Têm sido muitos a partir. Mário Zambujal foi poupado a declarações do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Os abaixo-assinados podem não servir para grande coisa, mas valem sempre pelas vezes em que servem para alguma coisa.
Enquanto os iranianos festejavam, eis que me dou conta do número não despiciendo de “empatas” que se esforçam por refrear a festa.
Alguém deveria levar a sério o facto de os portugueses, no conjunto dos países da OCDE, aparecerem, após os islandeses, como os maiores consumidores de antidepressivos e os primeiros de ansiolíticos.
Uma boa citação permite-nos ir directos ao ponto. Sem palha. Com sorte, com elegância.
Quando a política não é comédia, o mais provável é transformar-se em tragédia.
Luís Montenegro brindou-nos com o obscuro torneado frásico “aqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”.
Como se conta de Mário Cesariny, a recusa do último cigarro marcou-lhe o fim. E no fim, Zé Pescador, contador de histórias de contrabando e fumador inveterado, igualou o poeta.
Vislumbra-se no firmamento a célebre frase de Mao: “Existe um grande caos sob o céu. A situação é excelente”
Espanto-me com a rotação da Terra que faz da direita esquerda e da esquerda direita.
Chegado aqui, não pense o leitor que me perdi. Tocava portanto o telemóvel. Lá fora chovia que Deus a dá
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