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Professora de Economia na Nova SBE
Não é difícil condenar, ao mesmo tempo, o genocídio palestiniano e a terrível chacina do povo iraniano às mãos da teocracia carniceira que o governa há 46 anos.
Ventura nunca despe a roupagem de líder do Chega e usa a eleição presidencial para publicitar o seu projeto de governo. Já Seguro quer mesmo ser Presidente da República.
Independentemente da presunção de inocência de Cotrim, o assédio em contexto de trabalho político existe e não vai desaparecer por o ignorarmos nem pelas reações agressivas às denúncias.
Quando há uma semana Cotrim dirigiu palavras simpáticas a Ventura, Marques Mendes reagiu: “Há limites que não se diluem, nem por cálculo eleitoral, nem por conveniência do momento.” Mudou de ideias.
É importante que todos os que se reveem no essencial da nossa Constituição, no que ela encerra de direitos, liberdades e garantias, tanto civis como sociais, percebam o perigo desta segunda volta.
Não subscrevo todas as decisões de António José Seguro na época da troika, mas reconheço a posição difícil em que se encontrava, com o país nas lonas e a assinatura do PS no Memorando de Entendimento.
Assim foi 2025. Que 2026 seja um ano um bocadinho menos tenebroso e mais empoderado para as mulheres deste país.
O Candidato Vieira é uma ação artística de intervenção política na qual o burlesco serve o propósito de nos questionar.
O alívio pessoal não justifica os equívocos do discurso triunfal do primeiro-ministro.
Já nos bastava a sobranceria do Governo minoritário; não precisávamos dos ataques reiterados à legitimidade desta greve geral.
Será a Safra Justa safra única? Há razões para estarmos pessimistas.
A reforma proposta pelo Governo foi feita ao arrepio das melhores práticas internacionais, sem acolher as sugestões e recomendações existentes e envolta em opacidade.
Em cada sete mulheres vítimas de violência por parceiro íntimo, apenas uma surge nas estatísticas da justiça.
As novas regras de atribuição do Número de Identificação de Segurança Social empurraram-na para uma situação de precariedade e pobreza, que inúmeros estudos demonstram fazerem fazem muito mal à saúde.
Será que a fiscalização prévia é responsável pelos atrasos de execução de projetos financiados ou cofinanciados por fundos europeus? Não parece.
O contraste entre os factos e o afã legislativo da nacionalidade só se explica de uma maneira: a AD a servir de barriga de aluguer às políticas do Chega.
Ao invés de libertar, a lei em discussão instaura uma dupla pena de violência sobre as mulheres.
Vivemos em espaços segregados e relacionamo-nos em grupos ainda mais segregados. A consequência destes silos é que temos pouca consciência acerca de como vivem as outras pessoas.
André Ventura vai tentar apagar o resultado poucochinho desta noite com uma campanha barulhenta a Belém.
Cada voto de esquerda que resvale para a CDU está a contribuir para a continuidade da política desastrosa de Moedas.
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