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Professora de Economia na FEUNL / Nova SBE. Colunista do PÚBLICO
Os clientes do chefpreneur não podem dar três passos sem que lhes caiam os parentes na lama e os “cocktails de assinatura contam histórias da cultura portuguesa” no lado errado das tripas.
Admito que o cenário mais provável é uma diminuição do PIB per capita, embora longe dos cenários catastrofistas. Isso não quer dizer que a imigração nos empobrece!
A ministra misturou, habilmente, alhos com bugalhos — fraude com pagamentos indevidos e prestações muito díspares umas com as outras.
Os Cure foram magníficos, mas a maravilha do concerto não corrige o dolo da organização. Só o torna mais imperdoável.
Uma coisa é desenhar um “contrato de inserção”, em conjunto com o beneficiário, que pode incluir colaborações do tipo trabalho social; outra, tornar o trabalho grátis obrigatório.
Se há alguém que navega no sentido contrário da ciência e dos argumentos técnicos é Carlos Barbosa. A redução do tráfego automóvel tem benefícios para a saúde, o ambiente e a qualidade de vida.
Ainda há 1,66 milhões de pessoas a viver em situação de pobreza. Quando temos em conta as três condições de pobreza ou exclusão social, o número sobe para dois milhões.
Este 17 de maio pode ser o último, durante uns anos, em que hasteamos legalmente a bandeira do orgulho LGBTQ+ em edifícios públicos.
Para Barbosa, o popó é um elemento tão perene da paisagem urbana como as galerias romanas da Rua da Prata. Resta-nos esperar que a câmara prefira dar ouvidos aos residentes deste século.
O tom jocoso de Aguiar-Branco contribui para a degradação da democracia e serve precisamente para validar a captura da política por indivíduos sem escrúpulos.
Na véspera do 25 de Abril, fica esta mensagem: impedirem-nos de saber quem paga a quem deve trabalhar em nosso nome é um ataque ao coração da democracia.
Conversa sobre segurança, resiliência e defesa há muita. As ações só demonstram que a prioridade é subsidiar a dependência energética.
O processo começou coxo. O prazo para apresentar pedidos de compensação começou em junho de 2024, mas o regulamento foi publicado no final de julho.
Se dúvidas houvesse, André Ventura demonstrou que não é um parceiro decente para rever a Constituição ou para legislar em matérias que se prendem com as bases simbólicas da nossa comunidade política.
Não percebo o que ganham os deputados e deputadas do PSD, Chega e CDS com esta lei. Para além, claro, da preguiçosa sinalização de virtude numa guerra cultural fétida.
O Governo consagra o controlo político, puro e duro, da agência noticiosa – a tal com um potencial formidável para influenciar a agenda pública e política.
A formidável máquina de desigualdades que são as explicações mina a nossa capacidade coletiva de lutarmos e votarmos pela melhoria da escola pública.
Quão genuína é, no íntimo, a dança de Marcelo entre o Presidente dos afetos e o Presidente dos privilégios?
Na minha inocência pueril de fêmea, imaginei que no passado a CNN tivesse organizado conferências com tantas mulheres que quis compensar nestas últimas.
Com cada falhanço, promessas de mudar tudo só para se não mudar nada.
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