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Professora de Economia na Nova SBE
A reação à Lei 33/2025 para promover “os direitos na gravidez e no parto” mostra de que lado está a Ordem dos Médicos.
O embuste da Zona Franca da Madeira não se explica por uma ingenuidade enternecedora dos responsáveis políticos da região, mas por uma promiscuidade de interesses apoteótica.
Numa recomendação da Comissão Europeia de Abril de 2024 está escrito, preto no branco, que “a pobreza nunca deve ser o único motivo para a colocação das crianças sob cuidados alternativos”. Nunca!
A saída mais digna era demitir-se e abrir o caminho a outro primeiro-ministro do seu partido – ou, havendo eleições, a outro candidato. Só que Montenegro está agarrado ao poder.
Quando se tornou primeiro-ministro, Montenegro não declarou a empresa e a lista de clientes respetiva, nem o flagrante conflito de interesses relativo a qualquer decisão que envolvesse a Solverde
Para se impor neste mundo de grandes potências, a UE tem de consertar o motor económico. Para isso, precisa de capacidade orçamental que, por sua vez, exige um modelo de decisão mais rápido.
Entende o PSD que um dos direitos que devem assistir aos políticos é o de serem informados pela EpT de qualquer consulta aos elementos da sua declaração de interesses, identificando-se o interessado.
Será que nenhum presidente, de Carmona Rodrigues a Moedas, passando por Costa e Medina, se preocupa que a Câmara de Lisboa seja uma instituição de bem, protetora dos interesses dos munícipes?
O potencial de vantagens económicas constitui por si só um conflito de interesses, de acordo com a definição da OCDE.
A análise do cabaz adequado à idade dos membros de cada agregado permite concluir que 0,7% da população não pode suportar esta despesa.
As enormes desigualdades de acesso ao ensino superior vão para além de reduções de algumas centenas de euros de propinas.
Percebo mal a reação da esquerda à proposta da IL. Há várias boas respostas para a pergunta “para que queremos saber a nacionalidade?”, tanto dos suspeitos ou criminosos, como das vítimas.
O Governo resolveu flexibilizar o uso dos solos numa versão mãos largas, tendo-se abstido de analisar os efeitos da mais comedida flexibilização do Governo PS antes de a alterar.
Este texto também é o meu “merci, Gisèle”; 2024 será para sempre o teu ano.
O “Relatório da Comissão para o Acompanhamento da Implementação das Estratégias de Prevenção da Prática de Assédio nas Instituições de Ensino Superior” inclui 23 recomendações. Pudera.
É fundamental que, como se fez há 50 anos com os retornados, a tónica das políticas públicas para os imigrantes seja no emprego, no alojamento e nas qualificações, ao invés das operações policiais.
A energia para chegar ao pódio do pedido do cheque do PRR contrasta com a conversa sonsa quando se trata de reconhecer os problemas.
Será que não há mais do que 100 mil pessoas em Portugal com disponibilidade para pagarem entre 50 e 80 euros pela assinatura anual de um jornal?
Trata-se da percentagem dos casos de violência de qualquer tipo, exercida por parceiro íntimo, sobre mulheres, não reportados às autoridades no ano da graça de 2022.
Há uma estratégia da IA, digamos, pouco específica, não há concurso, e há uma vencedora de facto – a Amália – sem percebermos porquê.
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