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Professor universitário. Colunista do PÚBLICO
A melhor forma de avaliar um governo é aplicando-lhe os critérios que definiu para si próprio. Dois anos passados, vale a pena confrontar o que foi dito com o que aconteceu.
Sucessivas revisões alargaram o consenso constitucional em lugar de o estreitar e, hoje, não se vislumbra nenhuma alternativa programática capaz de promover um espaço de compromisso mais vasto.
Como resgatar e reinventar a crítica cultural – desde logo nas páginas dos jornais?
O PSD pode entender-se com o Chega sobre esta matéria? Claro que pode, mas a decisão terá consequências. Para a governação, para o regime e, já agora, para o centro-direita.
Há uma longa história de intervenções militares norte-americanas que se transformaram em desastres estratégicos, precisamente por terem desencadeado acontecimentos não antecipados.
Num futuro marcado pela distância social e pela inteligência artificial, as artes de palco como a ópera e o ballet permanecerão vivas e terão a seu favor serem redutos de autenticidade.
O que está em causa obriga a uma posição radical. Não no sentido de assentar num qualquer extremismo político, mas por estarmos face a uma afronta à raiz do regime.
Em apenas 12 meses, Trump fez o que alguns dos autocratas mais proeminentes dos últimos 25 anos demoraram anos a conseguir.
Como é que é possível que se repitam os erros do passado? Como é que se pode ponderar construir um parque eólico junto a uma área protegida?
O afastamento de Francisco Frazão do Teatro do Bairro Alto não pode deixar de ser lido como parte de um movimento regressivo que está a chegar também a Portugal.
Há, agora, de facto uma grande alteração. Nenhum partido deseja eleições, pois sabem que não teriam ganhos e que a correlação de forças no Parlamento não se alteraria. O que joga a favor de Seguro.
Perante o retrato de Vhils, vislumbrei o derradeiro olhar de um Presidente que observava com algum desencanto um tempo que já não é o seu.
O insólito processo de substituição do chefe do EMGFA podia ser uma minudência procedimental, mas não só não é como se trata de um sintoma de mal-estar institucional.
Talvez a pressa de Passos Coelho se prenda com a consciência de que se aproxima a derradeira oportunidade para se impor como líder natural da direita.
Spirit of Eden é o resultado do ensimesmamento criativo de Mark Hollis e de um processo de gravação com músicos convidados a improvisar enclausurados e sem grandes instruções
A ideia peregrina de seguir a tática do pisca-pisca, umas vezes legisla com o PS, outras com o Chega, tem servido para Montenegro sobreviver.
O que já se conhece revela outra história: a da transformação das relações entre vários segmentos das superelites, acompanhada pelo aprofundamento da sua dimensão global.
Uma das chaves do sucesso de Epstein radicava nas suas qualidades como desbloqueador de relações entre super-ricos, super-inovadores e, pasme-se, super-intelectuais.
Temos assistido a um caso prático da aplicação do manual de instruções do que não deve acontecer perante uma acusação de racismo num jogo de futebol
O primeiro-ministro já sofre todos os sintomas de desgaste característicos dos governos que levam vários anos.
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