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Professor do ISEC Lisboa (Instituto Superior de Educação e Ciências de Lisboa), Engenheiro e Especialista em Protecção Civil
A fatura da próxima grande catástrofe não é uma abstração, está a ser redigida diariamente com a tinta da nossa própria incúria.
Não é por se empenhar uma multidão de meios num teatro de operações que a situação se resolve mais depressa, antes pelo contrário.
Num mundo onde a transição energética e a digitalização são bandeiras políticas, este apagão deveria servir como um violento sinal de alerta.
A floresta não arde sozinha. Sendo a causa principal das ignições as pessoas em 99% dos casos e a natureza em 1% dos casos, pergunta-se: qual deve ser a prioridade?
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