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Jornalista
Se esta tempestade tivesse desabado sobre o país nas vésperas da primeira volta, em vez de nas vésperas da segunda, no domingo o nome do almirante estaria no boletim de voto.
Sérgio Sousa Pinto recua cem anos para invocar os perigos do fascismo e não consegue recuar vinte para explicar os erros do PS?
Ventura bem tentou colá-lo ao PS de Sócrates, e depois de António Costa, mas como o fazer, se toda a gente sabe que ele é odiado tanto por um, como por outro?
A leitura que eu faço do cristianismo impede-me de votar no Chega.
Suficientemente dentro para perceber como as coisas funcionam; suficientemente fora para não se deixar contaminar por elas.
Luís Montenegro deve achar-se muito engraçado ao fazer aquilo, e muito esperto politicamente. Não é. É apenas hesitante e fraco, exibindo indefinição estratégica e uma manifesta cobardia política.
No dia em que o podcast Soundbite chega aos 500 episódios, convidámos o cronista do PÚBLICO João Miguel Tavares.
Iremos ver o “Ventura dos últimos quatro dias”, como Cotrim de Figueiredo lhe chamou, a tentar ser branco e fofo como a coelha Acácia. Não vamos ver cartazes sobre o Bangladesh.
Seguro não precisa para nada dos barões socialistas. A vingança do PS de António Costa tardou mas chegou.
Pessoas maldosas talvez reparem no grande ausente do internacional-pacifismo do CPPC: o Irão.
Como às vezes acontece nas batalhas navais, dois navios bombardearam-se e ambos foram ao fundo.
Se há um leitor que quer saber em quem vou votar no próximo domingo, não tenho qualquer problema em esclarecer o meu método de escolha.
Coleccionar ambulâncias à porta dos hospitais porque as macas não são devolvidas não é “complexo”. É só mesmo incompetência.
Marques Mendes deseja usufruir dos rendimentos que advêm da prática de uma actividade de lobista, mas não quer assumir os custos reputacionais que essa actividade comporta.
Sendo absolutamente impossível saber o que se vai passar amanhã, mais vale celebrar aquilo que aconteceu ontem.
O segredo profissional serve para proteger a receita e a forma como um acordo é cozinhado — não para esconder o prato que saiu do forno.
O escrutínio pré-eleitoral não é perseguição – ele serve para não termos de escrutinar depois, à boleia de um escândalo ou de um conflito de interesses qualquer.
A questão pode parecer infantil – e é-o, em larguíssima medida –, mas é uma infantilidade muito relevante, que merece ser discutida e denunciada.
Nós vivemos no século XXI com um discurso sindical do século XIX.
Sabendo-se peixe fora de água, Gouveia e Melo achou prudente entregar-se nas mãos dos especialistas de comunicação. Foi uma péssima ideia.
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