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Politólogo, assessor para assuntos europeus
Seria possível dedicar uma fatia dos fundos estruturais à criação de um tecido industrial militar competitivo em regiões menos desenvolvidas, criando emprego e promovendo a coesão social.
Creio que o caminho poderá passar pelo recurso a mecanismos de transição aprofundados até que a adesão seja possível, em particular, por um renovado Espaço Económico Europeu.
Por mais pacifistas que sejamos, não podemos ignorar os resultados das eleições americanas. Os europeus precisarão de mais cooperação na área da defesa.
Justifica-se a criação de um organismo dedicado a avaliar o impacto de longo prazo das políticas públicas, nomeadamente no que à juventude diz respeito.
Muitos “eurocéticos” duvidam que a integração europeia chegará a bom porto, mas consideram que se trata de um projeto louvável.
É essencial equipar as instituições europeias com ferramentas capazes de dar resposta às graves violações dos valores que foram ratificados por todos os Estados-membros no momento da sua adesão.
Aquilo que, de forma mais contundente, poderá legitimar reparações não são as injustiças cometidas num passado distante, mas a sua perpetuação nos nossos dias.
A estratégia mais promissora para reduzir as desigualdades na Europa passa pelas políticas de pré-distribuição, para prevenir a emergência das desigualdades, ao invés de tentar corrigi-las.
Como conciliar um acesso universal à saúde com uma conjuntura demográfica e económica adversa?
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