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Professor no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa; ex-secretário de Estado da Agricultura
A APA, com prioridades ambientais legítimas mas frequentemente distantes da realidade produtiva, passa a ter poder de veto sobre decisões operacionais críticas para a agricultura.
Desengane-se quem possa achar que a ausência de apreensões significa um mercado perfeitamente equilibrado e transparente. Significa, sim, que o sistema está cego.
Anunciar 300 medidas não é ter um plano, é ter uma lista. O documento estratégico lê-se como um catálogo para todos os gostos. A “Água que une” tal como está é apenas um primeiro passo numa maratona.
O programa falha claramente no essencial: apresentar uma visão transformadora. Não ficamos confiantes.
Ou é aniquilada a esperança de desenvolver o nosso sector, ou é reforçado o Programa de Desenvolvimento Rural, cujos sinais de degradação são evidentes, via orçamento nacional.
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