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Professor de Sociologia e Estudos Africanos, Universidade de Basileia
Missão da CEDEAO foi à capital guineense fazer um favor aos militares golpistas. Jornalista moçambicano com equipamento apreendido. Entrevista com a investigadora Sheila Khan.
Costumamos dizer que torcemos por uma equipa. Tenho cada vez mais dúvidas. Suspeito de que torcemos também por histórias.
As selecções africanas no Mundial e o novo partido de Mondlane em Moçambique. Entrevista com Marta Lança, editora do site Buala, sobre o seu livro Essas Pessoas na Sala de Jantar.
O marcador começa efectivamente em 0-0. Mas as condições não começam em 0-0. A história não começa em 0-0. O poder não começa em 0-0.
À beira da abertura do Mundial falamos das hipóteses do futebol africano e da nova plataforma de reflexão estratégica sobre África. A entrevista é a Ruy Blanes, sobre o 27 de Maio em Angola.
É comum dizer-se que milhões de pessoas falam português. Acho que mais interessante seria perguntar quantas línguas fala o português.
Eleições de 2027 em Angola com base nos inquéritos à população do Afrobarómetro, em conversa com o sociólogo David Boio. Também falamos das eleições em Cabo Verde e da (falta) de integração em África.
“Volta para a tua terra” não responde a um argumento. Não discute factos, não confronta razões e não corrige diagnósticos. Limita-se a declarar o outro interlocutor ilegítimo.
Conversa com Francisco Noa a propósito da reedição, 24 anos depois, de Império, Mito e Miopia: Moçambique como Invenção Literária. Na primeira parte: a situação no Mali e as eleições em Cabo Verde.
Portugal é bom a mover-se no mundo porque aprendeu a viver sem poder excessivo. Mas essa aprendizagem não garante, por si só, a capacidade de se compreender.
Falamos sobre a viagem de Leão XIV e da prisão ilegal do líder do PAIGC na Guiné-Bissau. A entrevista é com a cabo-verdiana Dina Salústio, cujo primeiro romance tem edição portuguesa 28 anos depois.
“A tentação, nestas circunstâncias, é adaptar-se. Simplificar para ser ouvido. Reduzir para competir. Responder na mesma linguagem para não perder terreno.”
O director francês da Jeune Afrique diz que os africanos rejeitam concepções europeias de democracia. Angola lida mal com a memória histórica. Entrevista com o pintor e escultor Francisco Vidal.
O problema não é ter proclamado valores que não foram cumpridos no passado (...). O problema é o que se faz quando esses valores regressam, no presente, como uma exigência moral.
Conversamos com Domingos da Cruz, um dos autores do manifesto que apela a uma nova luta de libertação em Angola. E debatemos a parceria Namíbia-Rússia no nuclear e o julgamento de Venâncio Mondlane.
Os africanos de língua portuguesa amam clubes portugueses com uma intensidade que atravessa gerações, rupturas políticas, guerras, revoluções, independências e desilusões.
Falamos da nova lei sobre o colonialismo na Argélia e do impacto da guerra do Irão em África. Moçambique é dos que mais sofre. Entrevista com a presidente da Biblioteca Nacional de Cabo Verde.
“O risco da dupla consciência é que ela pode produzir lucidez crítica ou alimentar uma espécie de cinismo histórico permanente.”
Falamos d’O Estrangeiro de Ozon, baseado no livro de Camus, da receita à FMI para a economia de Moçambique. E entrevistamos Branca Clara das Neves sobre Casa 75, o livro de todas as independências.
Uma sociedade que tolera a desumanização no desporto está a ensaiar a desumanização na política.
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