Os leitores são a força e a vida dos jornais. Contamos com o seu apoio, assine.
Os leitores são a força e a vida do PÚBLICO. Obrigado pelo seu apoio.
Professor de Sociologia e Estudos Africanos, Universidade de Basileia
Conversamos com Domingos da Cruz, um dos autores do manifesto que apela a uma nova luta de libertação em Angola. E debatemos a parceria Namíbia-Rússia no nuclear e o julgamento de Venâncio Mondlane.
Os africanos de língua portuguesa amam clubes portugueses com uma intensidade que atravessa gerações, rupturas políticas, guerras, revoluções, independências e desilusões.
Falamos da nova lei sobre o colonialismo na Argélia e do impacto da guerra do Irão em África. Moçambique é dos que mais sofre. Entrevista com a presidente da Biblioteca Nacional de Cabo Verde.
“O risco da dupla consciência é que ela pode produzir lucidez crítica ou alimentar uma espécie de cinismo histórico permanente.”
Falamos d’O Estrangeiro de Ozon, baseado no livro de Camus, da receita à FMI para a economia de Moçambique. E entrevistamos Branca Clara das Neves sobre Casa 75, o livro de todas as independências.
Uma sociedade que tolera a desumanização no desporto está a ensaiar a desumanização na política.
Ex-ministra da Justiça guineense Ruth Monteiro pede a Portugal: “Não nos deixem sozinhos.” Falamos ainda do autoritarismo de João Lourenço em Angola e do futuro do Sara Ocidental.
Habitar a história não é apenas lembrá-la. É criar instituições capazes de reconhecer quem a pensa criticamente.
Ângelo Delgado, autor de Foi o Preto, é o nosso entrevistado deste episódio, onde também se discute o endividamento do Estado angolano e os últimos desenvolvimentos da crise política guineense.
Para alguns dos portugueses que emigraram, o voto na extrema-direita não é uma convicção ideológica articulada, mas uma resposta talvez tardia a um país que lhes falhou.
Conversa em torno de um texto de Achille Mbembe e do primeiro ano de mandato de Daniel Chapo. Entrevista com Eugénio da Costa Almeida sobre um livro com testemunhos de 50 anos de independências.
A História é cruel, mas não é inútil. Ela cria um destino comum, ainda que de forma desigual.
Neste episódio entrevistamos a poetisa angolana Ana Paula Tavares a propósito do prémio Camões e discutimos a questão da Guiné-Bissau e os principais acontecimentos que poderão marcar o ano em África.
O problema central do nosso tempo não é o Ocidente enquanto entidade histórica, mas o autoritarismo enquanto forma de poder. Como se viu na agressão dos Estados Unidos à Venezuela.
A política da ferida é uma forma particular de política emocional que transforma vulnerabilidade em identidade e mágoa em ferramenta de mobilização. A extrema-direita percebeu-o com precisão clínica.
Adalberto Costa Júnior, recém reeleito presidente da UNITA, é o entrevistado deste episódio. Também falamos da polémica sobre a dupla nacionalidade em Angola e do golpe de Estado na Guiné-Bissau.
Esta atitude portuguesa não nasce de arrogância deliberada, mas de ignorância confortável, memória selectiva e convicção de mérito herdado. E não é inofensiva, só não sente a posição de privilégio.
António Costa Silva é o entrevistado deste episódio de “Na Terra dos Cacos”. Também falamos do levantamento da força maior pela TotalEnergies em Cabo Delgado e da crise democrática na Guiné-Bissau.
O colonialismo português não promoveu desenvolvimento em Angola. Ele produziu dependência. Dizer isto não é humilhar ninguém, é apenas descrever a realidade.
Quando a razão institucional se deslegitima, a retórica do ressentimento surge como libertadora. A incoerência deixa de ser um obstáculo e torna-se prova de autenticidade.
Ocorreu um erro aqui, ui ui