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Jornalista de gastronomia
Quase um século depois da sua publicação, “Culinária Portuguesa”, de Olleboma, continua a fazer parte do dia-a-dia de muitos cozinheiros. José Júlio Vintém explica porquê.
Publicado inicialmente em fascículos semanais, o “Tratado Completo de Cozinha e de Copa” nasceu com uma ambição simples: ensinar a cozinhar ao maior número possível de pessoas. Hoje, ainda funciona.
Num tempo de tendências rápidas, Vítor Sobral revisita “Arte de Cosinha” (1876) para recuperar práticas, produtos e uma forma de cozinhar que nunca deixou de fazer sentido.
Publicado em 1870, O Cozinheiro dos Cozinheiros reflecte a cozinha do seu tempo e é também sinal de uma mudança: a cozinha começa a entrar em casa e a dirigir-se a quem a pratica no dia-a-dia
Publicado em 1841, “Arte do Cozinheiro e do Copeiro” revela muito mais do que receitas: mostra como se comia e como se organizava o trabalho nas cozinhas portuguesas do seu tempo.
Feita de medidas vagas e instruções abertas, a doçaria de outros séculos está longe da precisão de hoje. Ainda assim, tem muito a ensinar a quem a tenta ler e recriar
A reedição de Cozinheiro Moderno ou Nova Arte de Cozinha, de Lucas Rigaud, devolve à mesa receitas do século XVIII, revelando a actualidade da sua cozinha
As receitas de Domingos Rodrigues atravessam séculos e confirmam o que para quem cozinha hoje é claro: o passado continua a temperar o presente.
Não se evolui sem se conhecer a história. Nos livros de culto da gastronomia portuguesa está a tradição que inspira restaurantes a trazer o passado para a mesa
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