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Jurista e historiador
Chamaram-lhe “bebé milagre” por ter nascido no cimo de uma árvore durante as cheias que assolaram Moçambique no ano de 2000. Morreu há dias de anemia, com 25 anos, deixando uma filha de cinco.
Considerado o “007 italiano”, Bruno Contrada passou a vida a lutar contra a Máfia e, depois, a livrar-se das acusações de cumplicidade com ela.
Uma das principais vozes na luta pelos direitos das mulheres no Iraque, alvo de diversas ameaças de morte, Yanar Mohammed foi abatida a tiro à porta de sua casa, na zona norte de Bagdad.
Portador da “doença dos ossos de vidro”, Fredrick Brennan foi o génio informático que criou o 8chan, um site de conteúdos racistas e de crimes de ódio. Depois, arrependeu-se, mas era tarde.
O trabalho da matemática Gladys West, uma das criadoras do GPS, permaneceu ignorado durante décadas, só sendo reconhecido quando ela tinha 90 anos.
Durante quatro anos, Palmerston, ou “Palmy”, esteve ao serviço como caçador de ratos do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico. Aposentado em 2020, faleceu em paz nas Bermudas.
Saif tornou-se o único membro do clã Kadhafi a viver na Líbia, o que fez dele um herói para os que o apoiavam, mas um alvo a abater para os seus (muitos) inimigos. Foi assassinado a tiro na sua casa.
Quando tentava ajudar uma manifestante, depois de já ter intercedido por um imigrante perseguido pela US Border Patrol, o enfermeiro foi crivado de balas em Mineápolis.
Marie Bashir foi mãe e uma mulher reconhecida com múltiplos títulos. Profissional de excelência na área da saúde mental, política consensual e benfeitora de causas várias — todas ligadas aos outros.
O ufólogo Erich Anton Paul von Däniken é autor do célebre Eram os Deuses Astronautas?, livro baseado na ideia de que a Terra fora visitada por alienígenas e que por cá deixaram muitos sinais.
O espião americano Aldrich Hazen Ames foi, com toda a probabilidade, o mais importante trunfo do KGB na Guerra Fria, aquele que mais segredos revelou e ao longo de mais tempo, cerca de nove anos.
Entre vários outros negócios, era dono do Bahamas Hotel, o clube que se diz o “maior centro de entretenimento para adultos da América Latina”. Editava no Brasil as revistas Penthouse e Hustler.
Peña Cuéllar, a quem chamavam “Don Zefe”, era um poderoso narcotraficante mexicano e dirigente do Cartel do Golfo, uma das mais antigas organizações criminais do México, fundada nos anos 1930.
Ao longo de 45 anos, cobriu 17 guerras na Ásia, no Médio Oriente, na Europa e na América Latina. Viu muito, viveu muito, mais do que muitos, quase todos.
Iain Douglas-Hamilton, zoólogo de ascendência escocesa, dedicou uma vida a estudar e a proteger os grandes elefantes africanos do barbarismo da espécie mais cruel da Terra, aquela que se diz humana.
Veterano de guerra e descendente dos penobscot, um povo originário do Nordeste do continente americano, salvou muitas vidas no sangrento desembarque dos Aliados em Omaha Beach, no Dia D.
Militar norte-americano serviu no Vietname, mas foi capturado e esteve preso cinco anos. O momento do regresso a casa e de reunião com a família tornou-se numa das imagens mais icónicas da guerra.
Além da Itália, as irmãs Kessler conheceriam a fama na América, onde actuaram ao lado de Frank Sinatra e Fred Astaire e fizeram furor nos shows televisivos de Danny Kaye e de Ed Sullivan.
William Dalrymple assina um belo exemplo de como a História pode ser escrita e divulgada para o grande público.
Thimmakka conquistou o epíteto de Saalumarada, que em canarim significa “fileira de árvores”, devido ao seu amor pelas figueiras e pelo mundo que as acolhe.
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