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Consultor de comunicação; analista de Relações Internacionais e especialista em Assuntos Palestinianos pela Universidade de Bir Zeit
Graças ao “empurrão” de Trump e às ameaças da Rússia, voltou a falar-se de rearmamento europeu e de autonomização da defesa e segurança europeia, embora com pouco rasgo estratégico.
Há muito que a revisão dos tratados devia ter optado pela subtração institucional, mas o caminho seguido foi o inverso, acrescentando-se camadas de poder e adensando-se complexidade.
Foi dos primeiros artistas a apoiar Trump em 2016 e em 2024, mas antes apoiara Bill Clinton e Barack Obama. Estas opções têm de ser compreendidas por quem gere campanhas.
Como foi possível o staff mais próximo ter permitido que Biden se apresentasse naquelas condições, sem que, no mínimo, tivesse havido uma ação preventiva? - questionou-se.
A solução de dois Estados independentes e soberanos dentro da Palestina transformou-se numa mera muleta do discurso político da comunidade internacional.
Israelitas e palestinianos são ambos vítimas da sua própria condição de predestinados numa Terra Santa. Não encaram tal responsabilidade como um fardo ou sacrifício, mas como uma dádiva divina.
Israel vai asfixiando os territórios da Cisjordânia. Nas ruas de Jenin, Nablus ou Ramallah já não há qualquer ilusão, tendo-se instalado a total descrença numa solução negociada.
Este episódio assinala o centésimo capítulo do podcast.
A relação polémica entre Espanha e Marrocos e a forma como se comentou nas televisões e jornais a acção intempestiva de Prigozhin são outros temas da semana.
O Desordem Mundial desta semana analisa também os recentes desenvolvimentos do Qatargate, um relatório da ONU sobre o Afeganistão e o anúncio de Alexei Navalny.
O Desordem Mundial desta semana analisa também as eleições na Guiné-Bissau e o novo rumo político da Tailândia.
Paquistão, Espanha e endividamento africano são os outros temas deste episódio.
As eleições do próximo domingo são um tubo de ensaio para as legislativas do final do ano.
Neste episódio fala-se ainda das eleições na Turquia, de Jack Teixeira e da crise migratória nos EUA.
O novo fôlego político do Labour e o realinhamento geopolítico das Filipinas são também temas deste Desordem Mundial.
O Desordem Mundial antecipa as eleições presidenciais e parlamentares da Turquia no próximo dia 14 de Maio.
O conflito no Sudão está em análise neste episódio.
O Desordem Mundial procura trazer alguma luz sobre a estrutura dos documentos classificados da intelligence americana.
A tensão crónica entre Pequim e Washington é o principal tema do Desordem Mundial desta semana.
As mais recentes acusações contra Donald Trump são tema deste episódio.
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