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Os incel acreditam que só os homens atraentes conseguem conquistar mulheres; os looksmaxxer querem sê-lo, custe o que custar. Há uma legião de obcecados com a imagem a nascer na manosfera.
Estão descrentes no amor e acreditam que as mulheres são demasiado exigentes. Ao mesmo tempo, a red pill entra-lhes pelo ecrã: metade acredita que “a vida é mais difícil para eles do que para elas”.
Susanne Kaiser investiga movimentos misóginos, masculinidade, incels. A autora de A Revolta do Homem Branco garante: “Os homens não entendem que os seus privilégios são estruturais”.
Que é possível ter terror e empatia e temer a cultura incel. A única lição clara é de realização, numa dança de plano-sequência único estonteante. Já se clama que é a melhor minissérie do ano.
São “celibatários involuntários” que não conseguem ter relações com mulheres e que, por isso, as odeiam. Na Internet, o discurso ganha contornos violentos e que se associam à extrema-direita.
Nas redes sociais, e em particular entre os mais jovens, um passado idealizado e frustrações partilhadas deixam homens e mulheres sob ameaças de que “todos e todas somos vítimas”.
O nome foi criado por um blogger de extrema-direita. Os vídeos somam 44 mil milhões de visualizações em todo o mundo.
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