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“Em trânsito, velho e novo confundem-se no olhar. A natureza reconquista ruínas e espaços abandonados”, escreve o leitor Jorge Costa.
O durião é uma árvore que produz um grande fruto, com o mesmo nome, do tamanho de um melão ou de uma melancia, com uma casca espinhosa, exalando um cheiro intenso e repugnante.
Há muito que o barro já não é cavado à enxada nos barreiros da região, nos baldios e nos senhorios, umas vezes com permissão dos segundos, outras vezes não.
Sobre as pirâmides, os espanhóis ergueram igrejas e palácios; sobre o poder indígena estabeleceram o do colonizador - escreve a leitora Maria Goreti Catorze.
O conselho: visitar a italiana Chiavari, “antes que seja tarde”. Um passeio, ainda em tom outonal, pelo leitor Miguel Silva Machado.
Uma viagem à Indonésia pela leitora Maria Clara Costa.
O passado surge em camadas e a nossa colina é um repositório de várias histórias. E onde está a praia? A leitora Fernanda Gamito leva-nos a passear por Messejana, no distrito de Beja.
A viagem tinha como destino a Guatemala, mas tirando proveito dos voos mais baratos para Cancún quisemos aproveitar e conhecer os três países com herança maia: México, Belize e Guatemala.
Estamos num pequeno museu, com visitantes mas, por enquanto, longe do turismo de massas, ambiente ideal para apreciar.
O leitor Ricardo Villarreal recorda a história de uma das grandes comunidades portuguesas nos EUA. Com um projectado Little Portugal em ebulição.
O leitor Guilherme Machado não tem dúvidas: “Em Berlim, até uma perda de tempo sabe bem.”
O Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia é pequeno, escreve o leitor M. M. Camilo Sequeira, mas como está muito bem preparado para transmitir conhecimento útil, parece bem maior.
Por aqui, escreve a leitora Maria Luísa Cabral, o que a nossa vista alcança é dureza, uma paisagem sempre agreste e inóspita, uma paisagem sem a marca do Homem.
Não assistimos a um único engarrafamento na capital da Estónia. E os transportes públicos são modernos, limpos, funcionam a horas e em grande quantidade.
Na maior parte dos pavilhões dos países, desfilam os seus grandes nomes da cultura, da ciência e os políticos que ultrapassaram as suas fronteiras e influenciaram o mundo.
Um passeio pelo litoral croata, seguindo a D8, uma “estrada mágica”, segundo escreve a leitora Antónia de Matos Serôdio.
“O Cairo por si só já é uma aventura”, escreve o leitor Paulo Netto.
Uma “vila estimada”, diz a leitora Rita Alves, que aqui resume o seu passeio por Óbidos, das muralhas às descobertas por ruas e ruelas.
“À passagem de camiões apressados, a neve em pó esvoaçava como a areia de um deserto enraivecido”. Uma aventura finalandesa contada pela leitora Cláudia Viveiros.
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