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Dedicado ao universo do poeta, o portal é apresentado na segunda-feira na Universidade de Coimbra, a guardiã deste site que pretende ser uma referência para Camões.
Camões foi não só um extraordinário poeta, como também um excelente observador e historiador.
Edição em livro da trilogia quinhentista de Jorge Ferreira de Vasconcelos honra o teatro e também a língua portuguesa.
Nos últimos meses das comemorações dos 500 anos de nascimento de Camões, o programa oficial continua a querer mostrar um outro poeta, mais livre e convergente.
Não se sabe a sua proveniência original, mas “pode estar de alguma forma ligado ao Colégio de São Pedro da Universidade de Coimbra, datado de entre 1580 e 1585, logo a seguir à morte de Camões”.
Todos os anos, dezenas de prisioneiros tiram tempo à clausura para se dedicarem à escrita. E ganham prémios. Fomos às cadeias descobrir de onde vêm as palavras livres dos que já não têm liberdade.
Quatro textos reconhecidos com diferentes prémios nos concursos de escrita criativa entre reclusos e reclusas de várias prisões.
Comissário-Geral das Comemorações dos 500 Anos do Nascimento de Camões quer também relançar o projecto de inscrição do poeta no cânone da literatura universal.
De autoria de José-Manuel Diogo, obra promove, em narrativas curtas e filosóficas, 23 encontros ficcionais entre autores como Luís Vaz de Camões e Fernando Pessoa e Eça de Queirós e Machado de Assis.
O júri distinguiu a “fecunda e coerente trajectória de criação” e o “resgate da dignidade da poesia” na obra da autora angolana, a 37.ª destinatária do maior prémio literário para a língua portuguesa.
A língua já cansada e saudosa de Camões, Pessoa, Hélder, Florbela vai à rua com cartazes e prega: o primeiro passo para ganhar o corpo é fazer a língua acreditar que temos mãos e cérebro para votar.
A celebração dos 500 anos de Camões une-se ao 92.º aniversário de Jorge Paiva, autor do livro As Plantas na Obra Poética de Camões, lançado agora (apenas online) pela Universidade de Coimbra.
A partir da obra e das biografias pouco consensuais do autor de Os Lusíadas, o dramaturgo e encenador criou um espectáculo que fala de amor, mas também de partida, medo, mar ou despedida.
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